Victoria Greene, da G Squared Private Wealth, recomenda que os investidores comprem ações da Starbucks e da Mondelez, enquanto desaconselha a Super Micro Computer. Apesar de as ações da Starbucks terem caído mais de 5% após resultados financeiros abaixo do esperado, Greene acredita que é um bom momento para comprar, elogiando o trabalho do CEO Brian Niccol em melhorar a empresa. Por outro lado, as ações da Mondelez subiram mais de 3% após um bom desempenho financeiro, e Greene vê potencial de crescimento. Em contraste, as ações da Super Micro caíram mais de 11% devido a previsões de lucro fracas, e Greene alerta que investir nelas é arriscado, sugerindo que o preço pode cair ainda mais.
Investidores devem priorizar ações da Starbucks e da Mondelez em detrimento da Super Micro Computer, segundo Victoria Greene, chefe de investimentos da G Squared Private Wealth. Em entrevista ao programa “Power Lunch” da CNBC, Greene analisou os resultados financeiros recentes das empresas.
As ações da Starbucks caíram mais de 5% após a divulgação de resultados abaixo das expectativas para o segundo trimestre fiscal. Greene considera essa queda uma oportunidade de compra, afirmando que a empresa é um “investimento de longo prazo”. Ela elogiou o trabalho do CEO Brian Niccol na reestruturação da companhia, que inclui maior investimento em mão de obra e redução da automação. Apesar da queda de 12% nas ações em 2025, 18 dos 39 analistas recomendam a compra, com uma expectativa de recuperação de 24%.
Desempenho da Mondelez
As ações da Mondelez, por outro lado, subiram mais de 3% após o relatório do primeiro trimestre, superando as expectativas de lucro. Greene vê potencial de crescimento na empresa, que tem se adaptado bem às flutuações nos preços do cacau. As ações da Mondelez já aumentaram 14% em 2025, e a maioria dos analistas também recomenda a compra, com uma expectativa de alta adicional de 3%.
Situação da Super Micro
As ações da Super Micro Computer caíram mais de 11% após previsões de lucro e receita abaixo do esperado para o terceiro trimestre fiscal. Greene desaconselha a compra, afirmando que a empresa pode enfrentar mais quedas. Ela mencionou que mudanças nas restrições de chips e gastos corporativos podem impactar negativamente a companhia. Apesar do recente desempenho, as ações ainda apresentam um aumento de 4% em 2025, mas a maioria dos analistas recomenda apenas manter os papéis.
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