A Adidas, empresa de artigos esportivos, anunciou que o aumento das tarifas de importação nos EUA vai elevar os preços de seus produtos, como tênis e roupas. O CEO Bjorn Gulden explicou que, como a empresa não consegue produzir a maioria dos seus itens nos Estados Unidos, os custos vão subir para todos os produtos vendidos no país. Apesar de ter enviado estoque extra antes do aumento das tarifas, a Adidas ainda sentirá o impacto do imposto de 10% que foi implementado. As vendas nos EUA cresceram apenas 3% no primeiro trimestre, em parte devido ao fim da linha de tênis Yeezy, enquanto as vendas na Europa e na China aumentaram 14% e 13%, respectivamente. A empresa não fez previsões de lucro para o ano, citando a incerteza causada pelas tarifas, que também afetam sua produção em países como Indonésia e Vietnã.
A Adidas, empresa alemã de artigos esportivos, enfrenta um aumento de tarifas de importação de 10% nos Estados Unidos, o que impactará os preços de seus produtos. O CEO, Bjorn Gulden, afirmou que a companhia não consegue produzir a maior parte de seus itens no país, resultando em custos mais altos para os consumidores americanos.
Gulden destacou que a Adidas enviou estoque extra para os EUA antes da implementação das novas tarifas, mas a empresa sentirá o impacto do aumento de impostos. “Aumentos de custos devido a tarifas mais altas acabarão causando aumentos de preços”, disse ele. No entanto, ainda é incerto o quanto isso afetará a demanda por seus produtos.
As vendas da Adidas nos EUA cresceram apenas 3% no primeiro trimestre, em parte devido à descontinuação da linha Yeezy, desenvolvida em colaboração com o rapper Ye, que terminou em 2022. Em contraste, as vendas na Europa aumentaram 14% e na China, 13%.
A empresa, com sede em Herzogenaurach, na Alemanha, não divulgou previsões de lucro para o ano, citando a incerteza causada pelas tarifas. Essas tarifas afetam também outros países, como Indonésia e Vietnã, onde a Adidas produz muitos de seus calçados e artigos esportivos. Gulden afirmou que, em um “mundo normal”, os resultados do primeiro trimestre teriam levado a uma perspectiva otimista para 2025, mas a incerteza atual impede essa previsão.
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