Há um ano, a ONG Earthsight acusou as marcas Inditex e H&M de usar algodão de origem ilegal e produzido em condições de exploração. As empresas pediram uma investigação independente. Recentemente, a Inditex anunciou um novo plano para usar 100% de materiais orgânicos até 2030 e se afastou de um projeto polêmico da Altri, uma empresa de celulose. Embora não tenha feito um anúncio oficial, fontes ligadas à empresa indicaram que não querem mais se envolver com esse projeto. Além disso, a Inditex foi classificada como a terceira empresa mais preparada para o futuro, atrás apenas de Hermès e LVMH, destacando sua evolução no mercado de moda rápida. A empresa tem se adaptado, focando em produtos de maior qualidade e colaborando com designers renomados, enquanto outras marcas também buscam diversificar suas ofertas.
Inditex e H&M enfrentam críticas e avançam em sustentabilidade
Há um ano, a ONG Earthsight denunciou Inditex e H&M por utilizarem algodão de origem ilegal, associado a práticas de exploração e desmatamento no Brasil. As empresas solicitaram uma investigação independente após as acusações.
Recentemente, a Inditex atualizou seu plano de fibras, estabelecendo a meta de usar 100% de material orgânico até 2030. A empresa também se afastou de um projeto da Altri, uma fábrica de celulose em Portugal, que gerou controvérsias ambientais. Informações não oficiais indicam que a Inditex não deseja mais se associar a esse projeto.
A atualização do plano foi apresentada na reunião anual de acionistas em 2023. A empresa busca se distanciar de práticas que possam manchar sua imagem, especialmente em um momento em que a sustentabilidade é cada vez mais exigida pelos consumidores.
Além disso, a Inditex foi classificada em terceiro lugar no Future Readiness Indicator do International Institute for Management Development (IMD), destacando-se por sua expansão reflexiva e integração digital. Essa classificação reflete a evolução da moda rápida, que se adapta às novas demandas do mercado.
A empresa também tem investido em produtos de maior qualidade e colaborações criativas, buscando diferenciar-se de concorrentes como Shein e Temu. Essa estratégia visa mudar a percepção social da moda rápida, que, segundo especialistas, não está morta, mas sim em transformação.
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