A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, defendeu a exploração de petróleo na margem equatorial do Brasil durante um evento em Houston, nos Estados Unidos. Ela usou a frase “drill, baby” de Donald Trump para apoiar a extração na Bacia Foz do Amazonas, onde a empresa busca licença para pesquisa. Magda acredita que a licença trará boas surpresas e afirmou que a Petrobras atua com responsabilidade e tecnologia avançada. O governador do Amapá, Clécio Luís, também presente no evento, elogiou o projeto e destacou a importância dos recursos do petróleo para a economia do estado. O presidente Lula tem pressionado para que a licença seja concedida, criticando a demora do Ibama na análise.
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, defendeu a exploração de petróleo na margem equatorial do Brasil durante um evento em Houston, nos Estados Unidos, nesta terça-feira (6). Ela utilizou o lema “drill, baby” (perfure, baby), popularizado por Donald Trump, para enfatizar a importância da exploração na Bacia Foz do Amazonas.
Magda destacou a busca da Petrobras por licença junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para realizar pesquisas no bloco 59. A presidente afirmou que a concessão da licença representa uma oportunidade significativa para o Brasil e para o estado do Amapá. O governador do Amapá, Clécio Luís, também presente no evento, apoiou a iniciativa, chamando-a de “virada de chave” na economia local.
Segurança e Tecnologia
Em seu discurso, Magda assegurou que a Petrobras atua com responsabilidade e utiliza tecnologia de ponta nas operações. “O povo do Amapá pode ficar tranquilo que a Petrobras atua com responsabilidade”, afirmou. Ela acredita que a exploração trará “boas surpresas” assim que a licença for concedida.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, tem pressionado pela liberação da licença, criticando a análise do Ibama como “lenga-lenga”. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e outros líderes políticos também manifestaram apoio à exploração no local, que fica a 160 quilômetros da costa brasileira, próximo a Oiapoque (AP).
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