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COB implementa gestão financeira estratégica e reequilibra orçamento para 2025

COB reestrutura finanças e busca novas receitas, como apostas esportivas, para enfrentar déficit de R$ 80 milhões previsto para 2025.

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O Comitê Olímpico do Brasil (COB) enfrentava um grande déficit orçamentário, previsto em mais de R$ 80 milhões para 2025, mas sob a nova gestão de Marco La Porta, que começou em janeiro de 2023, a situação começou a mudar. O COB adotou uma gestão financeira rigorosa, revisando seu orçamento de forma colaborativa e buscando novas fontes de receita, como apostas esportivas e leis de incentivo fiscal. A revisão orçamentária envolveu 22 reuniões e mais de 16 horas de discussões, com a participação de líderes de diferentes áreas. A ideia é otimizar gastos e priorizar investimentos que tragam mais resultados. Além disso, o COB quer ajudar as 38 confederações filiadas a captar recursos, não apenas para si, mas para todo o movimento olímpico. Aproximadamente 85% do dinheiro das loterias federais é redistribuído para as confederações de forma estratégica. O COB também está investindo na valorização e qualificação de seus funcionários, em parceria com a Deloitte, para garantir um futuro melhor para o esporte olímpico no Brasil. Em pouco mais de 100 dias, a nova gestão já conseguiu reorganizar o orçamento e implementar um modelo de gestão focado na responsabilidade fiscal e no desenvolvimento do esporte.

Em um cenário desafiador, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) enfrentava um déficit orçamentário superior a R$ 80 milhões para 2025. Desde janeiro de 2023, sob a liderança de Marco La Porta, o COB implementou uma gestão financeira austera e estratégica. O objetivo é evitar cortes drásticos e garantir a sustentabilidade do movimento olímpico brasileiro.

A nova administração revisou o orçamento de forma colaborativa, envolvendo cerca de 28 líderes de diferentes segmentos. Marcelo Vido, diretor de Operações do COB, destacou a importância de uma análise rigorosa do orçamento, pensando não apenas em 2025, mas também em 2026, 2027 e no ciclo olímpico de 2028. O processo incluiu 22 reuniões e mais de 16 horas de discussões.

Além de ajustes nos gastos, o COB buscou novas fontes de receita. Recursos de apostas esportivas e projetos incentivados por leis de incentivo fiscal foram introduzidos, ampliando as possibilidades financeiras da entidade. Vido afirmou que a previsão conservadora para as apostas ainda não possui parâmetros definidos, mas representa uma nova abordagem.

A inclusão de projetos incentivados visa beneficiar não apenas o COB, mas também as 38 confederações filiadas. A redistribuição de recursos é estratégica, com aproximadamente 85% do montante proveniente das loterias federais sendo repassado de forma meritocrática. Isso abrange diversas competições, como Jogos Pan-Americanos e Sul-Americanos.

O COB também investe em sua estrutura interna, desenvolvendo uma política de crescimento para os funcionários em parceria com a Deloitte. Em pouco mais de 100 dias, a nova gestão conseguiu reorganizar o orçamento e implementar um modelo que prioriza responsabilidade fiscal e impacto no desenvolvimento do esporte olímpico nacional.

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