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PVH é promovida para compra e pode ter alta de 30% após reestruturação positiva

PVH, controladora de Tommy Hilfiger e Calvin Klein, recebe classificação "compra" da Jefferies, prevendo recuperação de 30,4% nas ações.

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A analista Ashley Helgans, da Jefferies, mudou a classificação da PVH, dona das marcas Tommy Hilfiger e Calvin Klein, de “manter” para “comprar” e aumentou o preço-alvo das ações para 105 dólares, prevendo uma recuperação de 30,4%. Ela destacou que a empresa está se tornando mais eficiente e focada, o que deve melhorar seus resultados a longo prazo. A expectativa é que as vendas cresçam levemente após uma queda no ano passado, impulsionadas por novas iniciativas de gestão. Helgans também mencionou que a empresa pode aumentar seus lucros por ação com cortes de custos e recompra de ações. Embora a China represente um risco devido a possíveis restrições, a analista acredita que isso pode ser resolvido com novas estratégias. As ações da PVH subiram 2,7% após a atualização, mas ainda enfrentam uma queda de mais de 23% em 2025.

A PVH, controladora das marcas Tommy Hilfiger e Calvin Klein, recebeu uma atualização positiva da analista Ashley Helgans, da Jefferies. A classificação da empresa foi elevada de “manter” para “comprar”, com o preço-alvo aumentado para $ 105. Helgans prevê uma recuperação das ações em 30,4% a partir do fechamento de terça-feira.

A analista destacou que a PVH tem avançado na transição para uma empresa mais focada e eficiente. Em nota enviada a clientes, Helgans afirmou que a companhia possui um mapa estratégico convincente e uma gestão de alta qualidade, o que deve resultar em melhorias de longo prazo. Ela também projetou um aumento nas vendas de percentuais de um dígito baixo, após uma queda de percentuais de um dígito médio no ano anterior.

Iniciativas e Desafios

No aspecto financeiro, Helgans mencionou que as iniciativas de redução de custos e recompra de ações podem levar o lucro por ação a crescer percentuais de um dígito alto neste ano e percentuais de dois dígitos baixos no próximo. Contudo, a analista alertou que a China representa um risco macroeconômico, já que a lista de entidades não confiáveis pode restringir as operações da empresa na região, que representa cerca de 20% do lucro antes de juros e impostos (EBIT).

Apesar disso, Helgans acredita que a situação pode ser contornada por meio de licenciamento ou outras soluções, o que poderia impulsionar as ações. Ela também ressaltou que a PVH tem exposição mínima a produtos chineses no mercado dos Estados Unidos, tornando as tarifas um problema secundário. A analista observou que os Estados Unidos representam apenas 30% das vendas da empresa.

Após a atualização, as ações da PVH subiram 2,7%. No entanto, a empresa ainda enfrenta um cenário desafiador, com uma queda de mais de 23% em 2025, após uma perda superior a 13% no ano anterior.

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