Fluminense, Palmeiras e Botafogo estão esperando um parecer de um escritório de advocacia nos Estados Unidos para evitar altas taxas sobre a premiação que receberão na Copa do Mundo de Clubes. Cada clube vai ganhar US$ 15,2 milhões, além de valores extras por vitórias e empates. O Flamengo também está buscando alternativas legais e já discutiu o assunto com seu Conselho Deliberativo. Os clubes se reuniram recentemente para consultar dois escritórios sobre a questão da taxação, que pode ser de até 30% no federal e mais taxas estaduais. Eles estão avaliando se precisam abrir uma empresa ou se o escritório pode sugerir uma solução mais econômica. Um parecer deve ser enviado nesta sexta-feira, e os clubes acreditam que nem todo o valor recebido será tributável, como a classificação para o torneio.
Fluminense, Palmeiras e Botafogo aguardam um parecer de um escritório de advocacia americano nesta sexta-feira para definir estratégias que evitem altas taxas sobre a premiação da Copa do Mundo de Clubes. Os clubes, que se reuniram com o Flamengo, buscam alternativas legais para minimizar os impactos tributários.
Cada clube receberá US$ 15,2 milhões (R$ 85,7 milhões) pela participação, além de US$ 2 milhões (R$ 11,2 milhões) por vitória e US$ 1 milhão (R$ 5,6 milhões) por empate na fase de grupos. A taxação nos Estados Unidos pode reduzir esses valores, com uma taxa federal de 30% e possíveis tributos estaduais que variam em média 10%.
O Flamengo, que optou por contratar outros advogados, levou a questão ao seu Conselho Deliberativo. A solução proposta prevê uma taxação de 21% sobre os valores. Os clubes ainda avaliam se será necessário abrir uma empresa ou se o escritório contratado apresentará uma alternativa mais econômica.
Os clubes acreditam que nem toda a premiação será tributável, especialmente valores relacionados à classificação para a competição. Um parecer sobre a situação tributária será analisado em breve, com a expectativa de que a decisão ajude a otimizar os ganhos financeiros na competição.
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