Emma Grede, cofundadora da SKIMS e da Good American, falou sobre sua relação com o dinheiro em um podcast recente. Apesar de ter uma fortuna de quase 400 milhões de dólares, ela ainda é cuidadosa com suas finanças. Grede cresceu em Londres com uma mãe solteira que a ensinou a controlar o orçamento. Ela lembra que sua mãe revisava as despesas semanalmente, o que a fez valorizar cada centavo. Mesmo agora, com mais recursos, Grede continua a questionar os preços de tudo. Ela também se preocupa em ajudar pessoas que enfrentam dificuldades financeiras, assim como ela enfrentou no passado. Grede acredita que o sucesso não é apenas sobre ela, mas sobre como pode impactar a vida de outros. Ela aprendeu que cometer erros é parte do processo e que é importante refletir sobre eles para melhorar. Para ela, o pior é não agir e ficar parada.
Emma Grede, cofundadora da SKIMS e da Good American, compartilhou sua experiência com dinheiro em um podcast recente. Com um patrimônio líquido estimado em R$ 2 bilhões, a empresária de 42 anos revelou que, apesar de seu sucesso, ainda conta centavos.
Crescendo em Londres sob a orientação de uma mãe solteira, Grede aprendeu a importância de gerenciar finanças. Ela mencionou que sua mãe revisava o orçamento semanalmente, planejando até os menores gastos. “Eu sei o preço de tudo e questiono cada valor”, afirmou Grede, destacando que essa atenção aos detalhes permanece, mesmo com sua crescente capacidade financeira.
A executiva também enfatizou a importância de retribuir à comunidade. Grede se lembrou das dificuldades que enfrentou e expressou seu desejo de ajudar aqueles que passaram por situações semelhantes. “O sucesso se torna menos sobre mim e mais sobre como posso impactar os outros”, disse.
Em sua trajetória, Grede enfrentou desafios, como a frustração de não ganhar o que desejava em seu primeiro emprego após a faculdade. Essa experiência a motivou a abrir seu próprio negócio. “Você deve fazer coisas que te assustam”, ressaltou.
Ela também comentou sobre a importância de aprender com os erros. Grede registra suas experiências a cada trimestre, analisando o que funcionou e o que não funcionou. “O que mais me preocupa não é cometer erros, mas a inação”, concluiu.
Entre na conversa da comunidade