A Etihad Airways, com sede em Abu Dhabi, anunciou um contrato de 14,5 bilhões de dólares com a Boeing para a compra de 28 aeronaves, incluindo os modelos 787 e 777X. O CEO da companhia, Antonoaldo Neves, afirmou que a empresa está gerenciando sua frota de forma mais cuidadosa para lidar com possíveis atrasos nas entregas. Apesar de desafios com outros modelos, como o 777X, que deve ser entregue apenas após 2030, Neves se mostrou otimista em relação à recuperação da Boeing. A companhia também reportou um aumento de 30% em seu lucro no primeiro trimestre, totalizando 186,5 milhões de dólares, impulsionado por uma demanda forte e melhorias na eficiência. Além disso, a Etihad está se preparando para uma possível oferta pública inicial, mas ainda não definiu um prazo.
ABU DHABI, Emirados Árabes Unidos — A Etihad Airways anunciou um contrato de $14,5 bilhões com a Boeing para a aquisição de 28 aeronaves. O CEO da companhia, Antonoaldo Neves, afirmou que a empresa está adotando uma abordagem mais diligente na gestão de sua frota, o que a permite lidar com os atrasos nas entregas de aeronaves.
Neves comentou que a Boeing está melhorando e aumentando sua produção. Ele se mostrou otimista, afirmando que a companhia aérea está em uma boa posição, especialmente com a entrega do modelo Boeing 787 Dreamliner, que está saindo da fábrica conforme o cronograma. O acordo com a Boeing e a GE Aerospace inclui os modelos 787 e 777X, com entregas do 777X previstas para após 2030.
Além disso, a Etihad reportou um aumento de 30% no lucro no primeiro trimestre, alcançando $186,5 milhões. O crescimento foi impulsionado pela demanda robusta e melhorias na eficiência operacional. A receita total cresceu 15%, com a receita de passageiros subindo 16% para $1,5 bilhão.
Desafios e Oportunidades
Apesar dos desafios enfrentados pela Boeing, como atrasos na produção do 737 MAX e do 787, Neves acredita que a empresa está se recuperando. Ele destacou que a Etihad não está adquirindo o modelo 737, focando em aeronaves de fuselagem larga, que são mais adequadas para suas operações de longo alcance.
A companhia também está se preparando para uma possível oferta pública inicial (IPO), embora ainda não tenha definido um cronograma. Neves ressaltou que a decisão sobre o IPO depende das necessidades dos acionistas e da expansão das margens de lucro.
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