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Corte fiscal assegura cumprimento do limite inferior da meta em Salto

Corte de R$ 31,3 bilhões nas despesas é elogiado por economista, mas riscos fiscais e desaceleração econômica exigem atenção redobrada.

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Felipe Salto, economista da Warren Investimentos, elogiou o corte de R$ 31,3 bilhões nas despesas do governo brasileiro, considerando isso importante para atingir a meta fiscal de superávit de 0,25% do PIB até 2026. Ele destacou que, apesar do corte ser um passo positivo, o desafio fiscal continua, com a possibilidade de a meta ser ajustada para zero e uma projeção de déficit de 0,8% do PIB. As estimativas da Warren apontam um déficit primário de R$ 75,1 bilhões para 2025, com receitas líquidas do governo em R$ 2.314 bilhões e despesas primárias em R$ 2.389,1 bilhões. Salto explicou que os cortes são necessários devido a uma revisão na receita líquida e ao aumento das despesas. Para garantir a meta fiscal, foi preciso bloquear e contingenciar parte das despesas, mesmo com um aumento no limite de gastos.

Felipe Salto, economista-chefe da Warren Investimentos, elogiou o corte de R$ 31,3 bilhões nas despesas anunciado pelo governo brasileiro, considerando-o essencial para o cumprimento da meta fiscal. O superávit de 0,25% do PIB para 2026 enfrenta desafios, com projeções de déficit.

Salto destacou que o corte é um passo positivo e reflete o compromisso do governo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). No entanto, ele alertou que o desafio fiscal permanece. A meta de superávit pode ser ajustada para zero, enquanto a projeção de déficit da Warren é de 0,8% do PIB. O aumento do IOF pode ajudar, mas riscos como reajustes em programas sociais e a desaceleração econômica devem ser monitorados.

As estimativas da Warren indicam um déficit primário de R$ 75,1 bilhões para 2025. A receita líquida do governo central é projetada em R$ 2.314 bilhões, enquanto as despesas primárias devem totalizar R$ 2.389,1 bilhões, incluindo R$ 190,9 bilhões em gastos discricionários. Com o corte, as despesas discricionárias devem ser ajustadas para R$ 189,8 bilhões, conforme as projeções.

Salto explicou que os cortes são necessários devido à revisão da receita líquida em R$ 41,7 bilhões e ao aumento das despesas primárias em R$ 25,8 bilhões. As receitas líquidas esperadas pelo governo estão em R$ 2.318,4 bilhões, próximas da projeção da Warren. Apesar do crédito que aumentou o limite de despesa em R$ 12,4 bilhões, foi necessário um bloqueio de R$ 10,6 bilhões e um contingenciamento de R$ 20,7 bilhões para garantir o cumprimento da meta fiscal.

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