O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que o governo brasileiro pode fazer um corte no orçamento na próxima semana para compensar uma perda de R$ 2 bilhões na arrecadação, causada pela mudança nas alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A alíquota sobre aplicações de fundos nacionais no exterior continuará zerada, enquanto a taxa sobre remessas para investimentos será de 1,1%, em vez de 3,5%. Essa alteração reduziu a expectativa de arrecadação para 2025, que era de R$ 20,5 bilhões, e para 2026, que era de R$ 41 bilhões. Além do corte, o governo também decidiu congelar R$ 31,3 bilhões em despesas programadas para 2025. Haddad explicou que a revisão das alíquotas foi uma correção de rota, após conversas com o mercado financeiro, para evitar problemas e especulações sobre os objetivos do governo.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que o governo brasileiro pode implementar um contingenciamento orçamentário na próxima semana. A medida visa compensar uma perda de R$ 2 bilhões na arrecadação, decorrente da revisão das alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
Após a alteração, a alíquota do IOF sobre aplicações de fundos nacionais no exterior permanecerá zerada, enquanto a taxa sobre remessas para investimentos será fixada em 1,1%, ao invés de subir para 3,5%. Essa mudança resultou em uma redução na estimativa de arrecadação para 2025, que inicialmente previa um aumento de R$ 20,5 bilhões. Para 2026, o impacto negativo será de R$ 4 bilhões, diminuindo a projeção de R$ 41 bilhões de receita adicional.
Medidas de Ajuste
Haddad também informou que, além do contingenciamento, o governo decidiu congelar R$ 31,3 bilhões em despesas programadas para 2025. O ministro destacou que a revisão das alíquotas foi uma “correção de rota”, resultado de diálogos com operadores do mercado financeiro. Esses profissionais alertaram que alguns pontos do decreto poderiam gerar problemas para o setor.
O ministro enfatizou que a decisão foi tomada para evitar especulações sobre objetivos que não são da Fazenda ou do governo, como inibir investimentos no exterior. A expectativa é que o ajuste orçamentário seja anunciado em breve, refletindo a necessidade de adequação às novas condições de arrecadação.
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