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Cade busca reverter decisão sobre venda de ações da CSN na Usiminas após 12 anos

Cade tenta reverter decisão de 2014 sobre venda de ações da CSN na Usiminas, ignorando compromisso não cumprido e alterando entendimento.

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O Cade está tentando mudar uma decisão antiga sobre a venda das ações que a CSN possui na Usiminas. Em 2014, o Cade havia determinado que a CSN deveria vender parte de suas ações em cinco anos, mas esse acordo não foi cumprido. Agora, o Cade apresentou um novo recurso na Justiça para reverter o prazo de venda, ignorando a decisão de quase 12 anos atrás. Em 2022, a nova diretoria do Cade decidiu que não haveria mais prazo para a venda das ações.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) está buscando reverter judicialmente parte de sua própria decisão sobre a venda das ações que a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) possui na Usiminas. O órgão, que já havia recorrido em instâncias anteriores, apresentou um novo recurso há duas semanas, desconsiderando sua determinação de quase doze anos atrás.

Em 2014, o Cade estabeleceu um prazo de cinco anos para que a CSN vendesse uma parte de sua participação na Usiminas, firmando um termo de compromisso que não foi cumprido. No entanto, em 2022, a atual diretoria do Cade alterou seu entendimento e retirou qualquer prazo para a venda das ações, o que gerou controvérsias.

Mudanças no Entendimento do Cade

A mudança de postura do Cade ocorre em um contexto onde a autarquia tenta justificar sua nova decisão, que contraria o que foi acordado anteriormente. O novo recurso visa reestabelecer um prazo para a venda das ações, o que levanta questões sobre a eficácia de suas próprias resoluções.

A situação se torna ainda mais complexa, considerando que a CSN, sob a liderança de Benjamin Steinbruch, não cumpriu o compromisso inicial. A expectativa agora é como o Judiciário irá reagir a essa tentativa do Cade de reverter sua própria decisão, que já havia sido firmada em um acordo anterior.

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