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Queda nos preços de commodities faz IGP-M recuar 0,49% em maio

Deflação de 0,49% no IGP-M em maio traz alívio aos consumidores, mas construção civil ainda enfrenta desafios com custos elevados.

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O IGP-M, que mede a inflação do aluguel, teve uma deflação de 0,49% em maio, segundo dados do FGV Ibre. Essa queda se deve à redução nos preços de commodities como milho e petróleo, o que deve beneficiar os preços ao consumidor. Em abril, o índice havia subido 0,24%. A deflação de maio reflete a baixa nos preços ao produtor, especialmente de milho, soja, arroz, minério de ferro e petróleo. A guerra tarifária iniciada por Donald Trump afetou a demanda global, resultando em preços mais baixos para essas matérias-primas. O Índice de Preços ao Produtor (IPA) caiu 0,82%, o que pode impactar o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) nos próximos meses, que desacelerou para 0,37% em maio. A queda do preço do petróleo, que passou de 80 para cerca de 60 dólares, permite que os preços menores sejam repassados. A desaceleração dos preços dos alimentos foi maior do que o esperado, com uma prévia de 0,36% na inflação oficial. Apesar da queda nos preços das commodities, o setor da construção civil enfrenta desafios, como o aumento do custo da mão de obra. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,26% em maio, após uma alta de 0,59% no mês anterior. Com os resultados de maio, o IGP-M acumula alta de 0,74% no ano e 7,02% nos últimos doze meses. Em comparação, em maio de 2024, o índice havia subido 0,89% no mês e reduzido 0,34% em doze meses.

O IGP-M, índice que mede a inflação do aluguel, registrou uma deflação de 0,49% em maio, conforme dados divulgados pelo FGV Ibre. Essa queda é atribuída à diminuição nos preços de commodities como milho e petróleo, que impactaram positivamente os preços ao consumidor.

Em abril, o índice havia subido 0,24%. A deflação de maio reflete a redução nos preços ao produtor, com destaque para itens como milho, soja, arroz, minério de ferro e petróleo. A guerra tarifária iniciada por Donald Trump afetou a demanda global por commodities, resultando em preços mais baixos para matérias-primas agropecuárias e minerais.

Impacto nos Preços

O Índice de Preços ao Produtor (IPA) apresentou uma taxa negativa de 0,82%, o que deve influenciar o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) nos próximos meses. O IPC desacelerou para 0,37% em maio. Matheus Dias, economista do FGV Ibre, destaca que a volatilidade do mercado internacional tem um impacto significativo. A queda do barril de petróleo, que passou de US$ 80 para cerca de US$ 60, permite um repasse de preços menores tanto ao produtor quanto ao consumidor.

A desaceleração dos preços dos alimentos in natura foi maior do que o esperado, surpreendendo o mercado com um resultado de 0,36% na prévia da inflação oficial. Dias observa que a sazonalidade do outono/inverno tende a estabilizar os preços dos alimentos, com boas safras de milho e soja previstas.

Desafios na Construção Civil

Apesar da queda nos preços de commodities, o setor da construção civil enfrenta desafios. O custo da mão de obra continua a pressionar a inflação do setor. A Sondagem da Construção revelou que 28% das empresas planejam aumentar a contratação nos próximos meses. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,26% em maio, após uma alta de 0,59% no mês anterior.

Com os resultados de maio, o IGP-M acumula uma alta de 0,74% no ano e 7,02% nos últimos doze meses. Em comparação, em maio de 2024, o índice havia registrado uma alta de 0,89% no mês, com uma redução de 0,34% em doze meses.

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