Os acionistas da Meta rejeitaram uma proposta para criar uma reserva de bitcoin, com apenas 0,08% de apoio. A ideia foi apresentada em janeiro por Ethan Peck, um investidor da empresa, que argumentou que a Meta, com US$ 72 bilhões em caixa, poderia investir uma parte em bitcoin para proteger seu patrimônio. Ele destacou que a estratégia atual da empresa não seria suficiente para evitar a desvalorização de ativos. Apesar de seus argumentos, a proposta recebeu apenas 3,92 milhões de votos favoráveis e quase 5 bilhões de votos contrários. Essa forte rejeição mostra que a adoção de criptomoedas como ativos corporativos ainda enfrenta resistência no mercado financeiro. Outras empresas, como Tesla e Mercado Livre, já adotaram essa estratégia, mas a Meta e a Microsoft, que também rejeitou uma proposta semelhante, ainda não estão dispostas a seguir esse caminho.
Os acionistas da Meta rejeitaram, em votação, uma proposta para criar uma reserva de bitcoin. Apenas 0,08% dos acionistas apoiaram a ideia, que foi apresentada em janeiro pelo investidor Ethan Peck. A proposta foi avaliada pela Comissão de Valores Mobiliários (SEC).
Peck argumentou que a Meta, com US$ 72 bilhões em caixa, poderia investir uma fração desse montante em bitcoin para proteger seu patrimônio. Ele destacou que a estratégia atual da empresa não é suficiente para evitar a desvalorização de ativos. Segundo Peck, 28% dos ativos totais da Meta estão perdendo valor constantemente.
Os documentos enviados à SEC revelaram que a proposta recebeu 3,92 milhões de votos favoráveis, enquanto quase 5 bilhões de votos foram contrários. A forte rejeição à proposta indica que a adoção de criptomoedas como ativos corporativos ainda enfrenta resistência no mercado financeiro.
Contexto do Mercado
Recentemente, algumas empresas, como a Strategy, Tesla e Mercado Livre, adotaram criptomoedas como reservas. No Brasil, a Méliuz se destacou como a primeira empresa com ações na Bolsa a fazer essa adoção. Em dezembro de 2024, acionistas da Microsoft também rejeitaram uma proposta semelhante, com o conselho da empresa afirmando que o bitcoin é muito volátil para ser considerado um ativo de reserva.
A rejeição da proposta pela Meta reflete a cautela do mercado em relação às criptomoedas, que ainda não são amplamente aceitas como alternativas de investimento seguro.
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