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Steve Eisman alerta para riscos de tarifas e complexidade nas negociações comerciais

Eisman alerta que Wall Street ignora riscos de tarifas e complexidade nas negociações comerciais, apesar de ainda estar investido no mercado.

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Steve Eisman, um investidor famoso por sua atuação em “The Big Short”, está preocupado com a forma como o mercado está lidando com tarifas e negociações comerciais. Ele acredita que Wall Street não está entendendo a complexidade das discussões comerciais entre os Estados Unidos, China e Europa. Eisman alerta que um conflito comercial total ainda é uma possibilidade. Apesar dessas preocupações, ele continua investido no mercado, mas com menos risco. Ele também minimiza os riscos relacionados ao grande déficit orçamentário dos EUA, dizendo que, se houvesse uma alternativa aos títulos do Tesouro, isso poderia ser um problema, mas não há opções viáveis. Eisman não está preocupado com o aumento dos rendimentos dos títulos do Tesouro, que ainda estão em níveis relativamente baixos em comparação com a história.

O investidor Steve Eisman, conhecido por sua atuação em “The Big Short”, expressou preocupações sobre a complacência do mercado em relação a tarifas e negociações comerciais. Em entrevista ao programa “Fast Money” da CNBC, ele destacou que Wall Street subestima a complexidade das atuais negociações comerciais entre os Estados Unidos, China e Europa.

Eisman alertou que um conflito comercial total não pode ser descartado. Ele afirmou que a situação atual é difícil de prever, com muitos fatores em jogo. Apesar de suas preocupações, o investidor continua investido no mercado, mas adotou uma postura cautelosa. “Eu sou long only. Eu reduzi alguns riscos e estou apenas aguardando”, disse.

Na segunda-feira, as ações subiram, com o índice Dow Industrials recuperando-se de uma queda inicial de 416 pontos. O Nasdaq Composite também se recuperou, apresentando um ganho de 0,7%. Eisman, que ficou famoso por prever a crise imobiliária de 2008, minimizou os riscos associados ao déficit orçamentário dos Estados Unidos. Ele argumentou que, na ausência de alternativas viáveis aos títulos do Tesouro, a preocupação com o déficit é exagerada.

Sobre os juros dos títulos do Tesouro, Eisman comentou que, embora a taxa de 10 anos tenha subido para 4,5%, isso ainda não representa uma venda massiva. Ele acredita que, em comparação com a história, essa taxa não é alta. Eisman também se mostrou indiferente à possibilidade de a taxa ultrapassar 5%, afirmando que, em relação a períodos anteriores, ainda está em níveis razoáveis.

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