O dólar teve uma leve queda de 0,01% e está sendo negociado a R$ 5,569, após um acordo comercial entre a China e os EUA que busca reduzir tensões comerciais. Essa queda acontece depois de uma leve alta de 0,14% na véspera. Os dados da inflação nos EUA também impactam o mercado, com o Índice de Preços ao Consumidor mostrando uma variação de 0,1% em maio, abaixo do esperado, o que aumenta as chances de cortes nas taxas de juros pelo Banco Central dos EUA. No Brasil, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, discute compensações fiscais e alternativas ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras, incluindo propostas de aumentar a tributação sobre casas de aposta e um Imposto de Renda de 5% sobre rendimentos de títulos isentos. O acordo entre China e EUA, que ainda precisa da aprovação dos presidentes Xi Jinping e Donald Trump, inclui o fim das restrições à exportação de terras raras da China, essenciais para a tecnologia, e é visto como um passo importante para estabilizar as relações comerciais entre as duas maiores economias do mundo.
O dólar apresenta leve queda após um acordo comercial entre representantes da China e dos EUA, que visa reduzir as tensões comerciais. Às 9h16, a moeda norte-americana recuava 0,01%, sendo negociada a R$ 5,569. Essa desvalorização ocorre após uma leve alta de 0,14% na véspera, que interrompeu uma sequência de três quedas consecutivas.
Os dados sobre a inflação nos EUA também influenciam o mercado. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou uma variação de 0,1% em maio, 0,2 ponto percentual abaixo das expectativas. Esse resultado aumenta as expectativas de cortes nas taxas de juros pelo Banco Central dos EUA, que agora não deve adiar essa decisão.
Discussões Fiscais no Brasil
No Brasil, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participa de uma audiência pública para discutir compensações fiscais e alternativas ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). As propostas incluem a elevação da tributação sobre casas de aposta e um Imposto de Renda de 5% sobre rendimentos de títulos isentos, como LCIs e LCAs. Haddad afirmou que não considera o aumento do IOF como uma elevação da carga tributária.
Acordo Comercial entre China e EUA
O acordo entre China e EUA, alcançado após duas reuniões na Inglaterra, visa aliviar as tensões comerciais que surgiram com tarifas recíprocas. As propostas ainda precisam ser aprovadas pelos presidentes Xi Jinping e Donald Trump. O secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, destacou que o acordo inclui o fim das restrições à exportação de terras raras da China, essenciais para a fabricação de tecnologia.
Esse movimento é visto como um passo importante para estabilizar as relações comerciais entre as duas maiores economias do mundo, que enfrentam desafios significativos desde o início da guerra comercial.
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