Os mercados estão atentos às reuniões de política monetária do Copom no Brasil e do Federal Reserve nos EUA, em meio a incertezas fiscais. O Copom deve manter a Selic em 14,75% e o Fed deve manter os juros entre 5,25% e 5,50%. O Ibovespa, que caiu por três semanas, está se recuperando, enquanto o dólar futuro continua em baixa. A alta do petróleo, devido ao conflito entre Israel e Irã, traz mais volatilidade. O Brasil aguarda o Índice de Atividade Econômica, que pode mostrar como a economia está se saindo com juros altos e consumo baixo. Nos EUA, dados sobre vendas no varejo e pedidos de auxílio-desemprego também são importantes. O Ibovespa precisa superar a resistência entre 137.931 e 138.800 pontos para continuar subindo, e se perder o suporte em 136.000 pontos, pode cair mais. O dólar futuro está em baixa, com a última mínima em 5.542,5 pontos, e precisa romper resistências em 5.600 e 5.612 pontos para mudar a tendência. Nos EUA, a Nasdaq começou a se recuperar após atingir a mínima do ano e o S&P 500 também está subindo, mas ambos enfrentam resistências que, se não forem superadas, podem levar a correções. A volatilidade deve continuar por causa das decisões de juros e dados econômicos.
Em meio a um cenário de incertezas fiscais e pressões cambiais, os mercados globais se preparam para as reuniões de política monetária dos principais bancos centrais. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Brasil deve manter a Selic em 14,75% ao ano, enquanto o Federal Reserve dos EUA deve manter os juros entre 5,25% e 5,50%.
O Ibovespa, após três semanas de queda, mostra sinais de recuperação, enquanto o dólar futuro continua sua trajetória de baixa. A alta do petróleo, impulsionada pelo conflito entre Israel e Irã, adiciona volatilidade ao mercado.
Além das decisões do Copom e do Fed, o Brasil aguarda a divulgação do Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), que pode indicar o ritmo da economia em um ambiente de juros elevados e consumo em queda. Nos EUA, dados como vendas no varejo e pedidos de auxílio-desemprego também influenciam o cenário macroeconômico.
Análise do Ibovespa e Dólar
O Ibovespa encerrou a última semana em alta, mas ainda enfrenta um movimento corretivo. Para retomar a tendência de alta, é crucial que o índice supere a resistência entre 137.931 e 138.800 pontos. Caso contrário, a perda do suporte em 136.000 pontos pode intensificar as quedas.
O dólar futuro, por sua vez, mantém uma tendência de baixa, com a última mínima registrada em 5.542,5 pontos. A moeda americana já recuou 12,97% no ano. Para que haja uma reversão, o dólar precisaria romper resistências em 5.600 e 5.612 pontos.
Desempenho dos Índices Americanos
A Nasdaq, após atingir a mínima do ano em 16.542 pontos, iniciou uma recuperação, acumulando alta de 2,95% no ano. O S&P 500 também apresenta trajetória de recuperação, mas enfrenta resistência em 6.059 pontos.
Ambos os índices podem sofrer correções se não superarem suas respectivas resistências, com suportes importantes a serem monitorados. A volatilidade nos mercados deve continuar, refletindo as expectativas em torno das decisões de juros e dados econômicos.
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