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BNDES libera R$ 566 milhões para Gerdau investir em mineroduto e reciclagem

BNDES destina R$ 566 milhões à Gerdau para projetos que reduzirão 100 mil toneladas de emissões e criarão 4.500 empregos em Minas Gerais e São Paulo.

O novo projeto de mineração deverá entrar em operação no final de 2025 em distrito de Ouro Preto (Foto: Washington Alves)
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O BNDES aprovou um financiamento de R$ 566 milhões para a Gerdau, que usará o dinheiro para construir um mineroduto e um rejeitoduto em Minas Gerais e para abrir um centro de reciclagem em São Paulo. Esses projetos devem ajudar a reduzir em mais de 100 mil toneladas as emissões de gases poluentes por ano e criar cerca de 4.500 empregos. O mineroduto, que terá 13 km, vai ligar a Mina de Miguel Burnier à fábrica de aço em Ouro Branco, enquanto o rejeitoduto terá 10 km e ambos os sistemas vão melhorar o transporte e a reutilização de água, diminuindo o número de caminhões na área. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, afirmou que essa mudança no transporte é importante para reduzir as emissões e que o mineroduto pode substituir até 1.500 caminhões por dia, transportando 60 mil toneladas de minério. Ele também destacou que o projeto está alinhado com a nova política industrial do governo, que busca tornar a indústria mais sustentável.

O BNDES aprovou um financiamento de R$ 566 milhões para a Gerdau, destinado à construção de um mineroduto e um rejeitoduto em Minas Gerais, além da implantação de um centro de reciclagem em São Paulo. Os recursos provêm do Fundo Clima, que visa a mitigação das mudanças climáticas no Brasil.

Os projetos têm o potencial de reduzir em mais de 100 mil toneladas as emissões de gases do efeito estufa por ano e gerar aproximadamente 4.500 empregos diretos e indiretos. O mineroduto, com 13 km de extensão, ligará a Mina de Miguel Burnier, em Ouro Preto, à unidade de produção de aço em Ouro Branco. O rejeitoduto terá 10 km de comprimento e ambos os sistemas visam otimizar o transporte e a recirculação de água, diminuindo a circulação de caminhões na região.

Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, destacou que o uso de recursos do Fundo Clima é justificado pela mudança no modal de transporte, que contribui para a redução das emissões. O mineroduto pode substituir até 1,5 mil caminhões por dia, transportando 60 mil toneladas de minério. Mercadante ressaltou que o projeto está alinhado à nova política industrial do governo do presidente Lula, que prioriza a descarbonização e a transformação da indústria nacional em um setor mais sustentável.

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