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Ações da Starbucks sobem após rumores de venda de negócios na China

Starbucks avalia venda total de operações na China e negocia com empresas de private equity após queda nas vendas e concorrência intensa.

Com cheque de R$ 10 bi, BNDES vai retomar compra de ações de empresas (Foto: Reprodução)
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As ações da Starbucks subiram 1,8% na bolsa de Nova York após a notícia de que a empresa está pensando em vender completamente suas operações na China. A Starbucks está em conversas iniciais com várias empresas, incluindo grupos de investimento. A marca enfrenta dificuldades na China desde a pandemia, com vendas caindo e concorrência forte de marcas locais como a Luckin Coffee. Apesar de ter tentado reduzir preços e lançar novos produtos, a recuperação tem sido lenta. No último trimestre, as vendas se estabilizaram após quatro quedas seguidas. A Starbucks, que está passando por mudanças sob a liderança do novo CEO, ainda acredita no potencial do mercado chinês e quer encontrar novas oportunidades de crescimento.

As ações da Starbucks subiram 1,8% na bolsa de Nova York nesta segunda-feira, 23, após a divulgação de que a empresa está avaliando a venda integral de suas operações na China. A informação foi veiculada pela Caixin Global e confirmada pela Bloomberg, que revelou que a companhia está em negociações preliminares com mais de uma dúzia de potenciais parceiros, incluindo empresas de private equity como Hillhouse Capital Group, FountainVest Partners e Trustar Capital.

A Starbucks enfrenta desafios significativos na China desde a pandemia, com vendas em declínio e uma concorrência crescente de marcas locais, como a Luckin Coffee. A recuperação econômica do país tem sido lenta, e a marca, posicionada como uma opção premium, tem sido impactada por rivais que oferecem preços mais baixos. Recentemente, a empresa implementou reduções de preços em algumas bebidas e lançou novas opções sem açúcar.

No último trimestre, as vendas nas lojas da Starbucks na China permaneceram estáveis após quatro trimestres consecutivos de queda. A empresa, com sede em Seattle, está passando por uma reestruturação sob a liderança do CEO Brian Niccol, que assumiu o cargo em setembro do ano passado. A Starbucks já havia considerado outras alternativas para seus negócios na China, incluindo a possibilidade de vender uma participação, conforme noticiado anteriormente.

Apesar das dificuldades, a empresa reafirmou seu compromisso com o mercado chinês, destacando a presença de uma equipe de classe mundial e uma marca forte na região. A Starbucks acredita que ainda há um potencial significativo de longo prazo na China e está buscando maneiras de aproveitar futuras oportunidades de crescimento.

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