- O Ibovespa acumulou cinco quedas consecutivas, fechando a 136.187,31 pontos na última sexta-feira, 11 de julho.
- A pressão no índice é causada por uma nova rodada de aumento de tarifas pelos Estados Unidos, que também impactou a União Europeia e o México.
- O índice busca se manter acima do suporte crítico de 135,5 mil pontos, após atingir um recorde histórico de 141.264 pontos em 4 de julho.
- O dólar encerrou a sessão a R$ 5,54, após flertar com a faixa de R$ 5,60, refletindo preocupações com a guerra tarifária.
- A análise técnica indica suportes entre 135.530 e 134.120 pontos, e resistências entre 138.155 e 138.900 pontos para o Ibovespa.
O Ibovespa enfrenta uma pressão significativa, acumulando cinco quedas consecutivas e fechando a 136.187,31 pontos na última sexta-feira (11). A instabilidade é impulsionada por uma nova rodada de aumento de tarifas imposta pelos Estados Unidos, que também afetou a União Europeia e o México. O índice agora busca se manter acima do suporte crítico de 135,5 mil pontos.
Após um período de alta, onde atingiu um recorde histórico de 141.264 pontos em 4 de julho, a bolsa brasileira não registrava uma sequência de perdas tão longa desde maio. O dólar, por sua vez, flertou com a faixa de R$ 5,60, mas encerrou a sessão a R$ 5,54, refletindo as preocupações com os impactos da guerra tarifária.
Análise Técnica do Ibovespa
O índice, que havia encontrado suporte em 118.222 pontos no início do ano, agora enfrenta um cenário desafiador. A perda das médias móveis de 9 e 21 períodos sinaliza uma possível correção mais ampla. O Índice de Força Relativa (IFR) está em 43,03, indicando uma zona de neutralidade. Se a pressão vendedora aumentar, os suportes críticos estão nas faixas de 135.530 a 134.120 pontos. Abaixo desses níveis, correções mais profundas podem ocorrer, com alvos em 132.870 e 130.000 pontos.
Para retomar a trajetória de alta, o Ibovespa precisa superar a resistência entre 138.155 e 138.900 pontos. Um rompimento consistente pode levar o índice a testar a máxima histórica de 141.563 pontos, com projeções otimistas que podem chegar a 145.000 pontos.
Perspectivas para o Dólar
O dólar futuro, que vinha em queda desde o final de 2024, teve uma leve alta de 0,52%, encerrando a sessão a 5.590,5 pontos. Para continuar a correção no curto prazo, o ativo precisa superar a resistência de 5.620 a 5.658 pontos. Caso contrário, o primeiro suporte crítico está entre 5.553 e 5.514 pontos, com possíveis recuos para 5.467 e 5.369 pontos.
A análise técnica revela um cenário de incerteza, com os mercados atentos aos desdobramentos da guerra tarifária e suas repercussões na economia global.
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