Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Maioria dos R$ 541 milhões desviados em ataque hacker foi convertida em criptomoedas

Polícia Federal recupera R$ 37,5 milhões de ataque hacker que desviou R$ 541 milhões do sistema financeiro brasileiro.

Criptomoedas: hackers roubaram milhões de instituições financeiras (Foto: Reprodução)
0:00
Carregando...
0:00
  • A Polícia Federal recuperou R$ 37,5 milhões relacionados ao maior ataque hacker da história do sistema financeiro brasileiro, que desviou R$ 541 milhões.
  • O ataque ocorreu após criminosos acessarem os sistemas da C&M Software, que conecta instituições financeiras ao Banco Central.
  • Foram recuperados R$ 5,5 milhões em criptomoedas e R$ 32 milhões em outros ativos, após a apreensão da chave de acesso a uma carteira digital privada.
  • Os hackers converteram a maior parte do montante desviado em criptomoedas, como bitcoin e USDT, e realizaram movimentos atípicos logo após o ataque.
  • O ataque impactou o funcionamento do Pix, levando o Banco Central a suspender operações de seis instituições financeiras.

A Polícia Federal anunciou a recuperação de R$ 37,5 milhões relacionados ao maior ataque hacker da história do sistema financeiro brasileiro, que resultou no desvio de R$ 541 milhões. O ataque ocorreu após criminosos acessarem os sistemas da C&M Software, responsável por conectar instituições financeiras ao Banco Central.

Durante as investigações, a PF conseguiu rastrear e recuperar R$ 5,5 milhões em criptomoedas e R$ 32 milhões em outros ativos. A recuperação dos criptoativos foi possível após a apreensão da chave de acesso a uma carteira digital privada, realizada em uma operação no dia 14 de novembro. Os valores recuperados foram transferidos para a custódia do Ministério Público de São Paulo.

Os hackers converteram a maior parte do montante desviado em criptomoedas, como bitcoin e USDT, que é pareada ao dólar. Rocelo Lopes, CEO da SmartPay, destacou que os criminosos realizaram “movimentos atípicos” e compras de ativos digitais logo após o ataque. Ele também mencionou que grandes somas foram retidas e devolvidas às instituições afetadas.

O ataque teve início quando os criminosos cooptaram um funcionário da C&M Software, que forneceu dados e credenciais para a invasão. Isso permitiu que os hackers se passassem por instituições financeiras e desviassem fundos das contas reserva do Banco Central. Além disso, o ataque impactou o funcionamento do Pix, levando o Banco Central a suspender cautelarmente as operações de seis instituições financeiras, incluindo Brasil Cash e S3 Bank.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais