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Grandes empresas repensam estratégias de conteúdo e abandonam o funil de vendas

Marcas adaptam estratégias para atender consumidores que buscam valor em todos os pontos de contato, não apenas na compra.

Tero Vesalainen/Getty Images
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  • Em 2025, o modelo clássico de funil de vendas está sendo reavaliado por empresas devido ao comportamento fragmentado e imprevisível dos consumidores.
  • Marcas estão adotando ecossistemas de conteúdo, onde qualquer ponto de contato pode gerar valor.
  • A pesquisa da McKinsey indica que 32% dos consumidores utilizam redes sociais para pesquisar produtos, um aumento em relação a 27% em 2023.
  • Empresas como Sephora e Nike estão na vanguarda dessa transformação, criando conteúdo que agrega valor em todas as fases da jornada do consumidor.
  • A lógica de ecossistemas de conteúdo prioriza contexto e conexão, permitindo que o usuário encontre valor em qualquer interação com a marca.

Em 2025, o modelo clássico de funil de vendas, que tradicionalmente orientava as estratégias de marketing, está sendo reavaliado por grandes empresas. O comportamento do consumidor se tornou mais fragmentado e imprevisível, levando marcas a adotar uma abordagem de ecossistemas de conteúdo. Essa mudança reflete a necessidade de gerar valor em qualquer ponto de contato com o cliente.

A pesquisa da McKinsey revela que 32% dos consumidores agora utilizam redes sociais para pesquisar produtos, um aumento em relação a 27% em 2023. Isso demonstra que o conteúdo pode ser um ponto de entrada crucial na jornada de compra. Marcas como Sephora e Nike estão na vanguarda dessa transformação. A Sephora, por exemplo, não se limita a criar conteúdo apenas para a fase de atração, mas também foca na descoberta e recompra simultaneamente.

Novas Estratégias de Conteúdo

A Nike abandonou a ideia de conteúdo com um único objetivo. Em sua comunidade SNKRS, a marca oferece informações que agregam valor em todas as fases do consumidor. Um único post pode contar a história de um produto, mostrar um atleta em ação e ainda direcionar para a compra, tudo em um só lugar. Essa abordagem elimina a lógica de “primeiro educa, depois converte”.

A Netflix também aplica essa estratégia em sua comunicação. Em vez de campanhas separadas, a plataforma unificou suas frentes criativas, criando conexões contínuas com o usuário. Desde trailers virais até notificações personalizadas, tudo é pensado para interagir em tempo real, sem esperar que o consumidor avance em um funil.

O Futuro do Marketing

O funil de vendas não desapareceu, mas perdeu seu protagonismo. A lógica de ecossistemas de conteúdo está em ascensão, onde o usuário encontra valor em qualquer ponto de contato, seja em um post no Instagram ou em um e-mail personalizado. As marcas que se destacam hoje priorizam contexto, conexão e constância, moldando seus materiais para se alinhar ao comportamento real dos consumidores.

Para se manter relevante, é essencial que as empresas acompanhem essas tendências. A EXAME, em parceria com a Saint Paul, oferece um pré-MBA em marketing, branding e performance. O curso, com duração de quatro aulas online, visa capacitar profissionais para liderar estrategicamente suas marcas no mercado atual. O investimento é de R$ 37,00, e o treinamento inclui uma certificação exclusiva.

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