- O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, pediu fiscalização sobre os preços dos combustíveis para garantir valores justos ao consumidor.
- O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom) respondeu, expressando preocupação com a descredibilização do setor.
- O Sindicom destacou que a Petrobras influencia em 33% do preço final da gasolina e que tributos representam cerca de 35%.
- O sindicato argumentou que responsabilizar distribuidores pelos preços ignora custos de logística e tributação.
- O Sindicom também alertou sobre o crescimento do mercado irregular e os desafios para garantir a segurança do abastecimento.
O Sindicom, que representa o setor de distribuidoras de combustíveis, manifestou preocupação com as declarações do presidente Lula sobre a fiscalização dos preços de gasolina e diesel. Em nota, o sindicato não mencionou Lula diretamente, mas criticou a tentativa de descredibilizar o setor, que contribui com 9% do PIB industrial brasileiro.
A nota destaca que 33% do preço final da gasolina é influenciado pela Petrobras, enquanto os tributos federais e estaduais representam cerca de 35%. O Sindicom argumenta que responsabilizar os distribuidores pelos preços é uma interpretação equivocada da cadeia de distribuição, ignorando fatores como custos de logística e a tributação.
Lula, em evento na Baixada Fluminense, enfatizou a importância da fiscalização para garantir que os preços sejam justos e que não haja engano ao consumidor. Ele pediu que órgãos competentes atuem para evitar que os postos vendam combustíveis acima do preço justo.
Além disso, o Sindicom alertou sobre os desafios enfrentados pelo setor, incluindo o crescimento do mercado irregular e a dificuldade em garantir a segurança do abastecimento. A entidade ressaltou que a descredibilização do setor pode afetar não apenas os distribuidores, mas também o bem-estar da sociedade.
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