- Em 2024, o mercado de medicamentos genéricos no Brasil movimentou R$ 20,4 bilhões, com crescimento de 13,50% em relação ao ano anterior.
- Pernambuco, Rio Grande do Norte e Piauí foram os estados que mais venderam, com Pernambuco liderando com 35,76% de participação.
- Os medicamentos genéricos mais vendidos incluem losartana, dipirona sódica e hidroclorotiazida, com descontos médios de 69% em relação aos de referência.
- Desde a sua introdução, os genéricos já geraram uma economia de R$ 355 bilhões, com expectativa de alcançar R$ 400 bilhões até o final do ano.
- Tiago de Moraes Vicente, presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos e Biossimilares, destacou a confiança conquistada entre médicos e pacientes.
Em 2024, o mercado de medicamentos genéricos no Brasil alcançou R$ 20,4 bilhões, apresentando um crescimento de 13,50% em relação ao ano anterior. O segmento, que já conquistou a confiança de médicos e pacientes, continua a se expandir, especialmente no nordeste do país.
Dados da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos e Biossimilares (PróGenéricos) revelam que Pernambuco, Rio Grande do Norte e Piauí lideraram as vendas entre os estados. Pernambuco destacou-se com 35,76% de participação, equivalente a mais de 60,7 milhões de unidades vendidas. O Rio Grande do Norte e o Piauí seguiram com 32,83% e 32,01%, respectivamente, evidenciando a forte adesão ao modelo em regiões com alta densidade populacional.
Medicamentos em Alta
Os medicamentos genéricos mais vendidos incluem tratamentos para doenças crônicas e condições comuns. Entre os campeões de vendas estão losartana, dipirona sódica, hidroclorotiazida, tadalafila, nimesulida, simeticona, enalapril, sinvastatina, atenolol e anlodipino. Por lei, os genéricos devem ter preços 35% inferiores aos medicamentos de referência, mas na prática, os descontos médios chegam a 69%, beneficiando diretamente os consumidores.
Desde a sua introdução, os genéricos já proporcionaram uma economia de R$ 355 bilhões aos brasileiros, com a expectativa de alcançar R$ 400 bilhões até o final do ano. Tiago de Moraes Vicente, presidente-executivo da PróGenéricos, afirma que “os genéricos conquistaram a confiança de médicos e pacientes, oferecendo segurança e eficácia comprovadas, além de uma economia significativa”.
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