- A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) vendeu R$ 163,7 milhões em ações da Usiminas.
- A participação da CSN na Usiminas foi reduzida para 4,99%, conforme exigência do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
- A venda encerra um impasse que começou em 2014, quando o Cade começou a pressionar a empresa a desinvestir.
- A operação incluiu 36,2 milhões de ações ordinárias e 472 mil ações preferenciais, realizadas pela gestora Reag.
- Após a venda, as ações da Usiminas tiveram alta de mais de 6%, refletindo alívio no mercado.
A CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) anunciou a venda de R$ 163,7 milhões em ações da Usiminas, reduzindo sua participação para 4,99%, conforme exigido pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Essa transação marca o fim de um longo impasse que se arrastou desde 2014, quando o Cade começou a pressionar a empresa a desinvestir.
A venda, que incluiu 36,2 milhões de ações ordinárias e 472 mil ações preferenciais, foi realizada pela gestora Reag, que administra o fundo Vera Cruz. A CSN já havia reduzido sua participação anteriormente, passando de 12,91% para 7,92% em uma operação com a Globe Investimentos, ligada à família Batista.
A decisão do Cade visava evitar a concentração excessiva no setor siderúrgico, e a CSN enfrentou reiteradas solicitações para um plano de venda. Com a nova operação, a siderúrgica encerra um dos capítulos mais complexos do mercado brasileiro, onde chegou a deter 16% da Usiminas.
Os papéis da Usiminas reagiram positivamente à notícia, com uma alta de mais de 6% nas negociações, refletindo o alívio da pressão vendedora. A CSN agora cumpre as exigências do Cade, o que pode abrir novas oportunidades para a empresa no futuro.
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