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Setor de serviços apresenta sinais mistos de recuperação, aponta Santander

Setor de serviços enfrenta queda anual de 8,3%, enquanto varejo mostra recuperação com crescimento de 6,3% em um ano

Região da 25 de março, na cidade de São Paulo, local conhecido pelo fluxo intenso de comércio e prestação de serviços (Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil)
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  • O setor de serviços cresceu 0,02% em julho, segundo dados do IGet do banco Santander.
  • Apesar do crescimento mensal, houve uma queda de 8,3% na comparação anual, marcando o décimo resultado negativo consecutivo.
  • O aumento foi impulsionado por serviços voltados às famílias, que cresceram 6,0%.
  • Os serviços de alojamento e alimentação também apresentaram recuperação, com crescimento de 0,5% em julho.
  • Em contraste, o varejo teve um desempenho positivo, com crescimento de 1,4% em julho e 6,3% na comparação anual, indicando uma recuperação gradual do consumo.

O setor de serviços registrou um leve crescimento de 0,02% em julho, conforme dados do IGet do banco Santander. Apesar desse avanço, a comparação anual revela uma queda de 8,3%, marcando o décimo resultado negativo consecutivo nesse critério. O desempenho foi impulsionado principalmente por serviços voltados às famílias, que apresentaram um aumento de 6,0%.

Os serviços de alojamento e alimentação também mostraram sinais de recuperação, com um crescimento de 0,5% em julho, após um mês anterior de forte retração. Esses dados indicam uma leve melhora nas atividades do setor, que vinha enfrentando dificuldades nos últimos meses.

Varejo em Alta

Por outro lado, o varejo teve um desempenho positivo, com um crescimento de 1,4% em julho, o que representa o primeiro resultado positivo após três meses de variações negativas no segundo trimestre de 2025. Na comparação anual, o setor varejista continua a apresentar resultados favoráveis, com um aumento de 6,3%.

O índice restrito do varejo também seguiu essa tendência, mostrando um crescimento de 1,1% em relação ao mês anterior e 13,4% na comparação anual. Esses números sugerem uma recuperação gradual do consumo, refletindo uma possível melhora na confiança do consumidor e nas condições econômicas.

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