- Samy Dana, economista e influenciador, processou a Universidade de São Paulo (USP) após não ser selecionado em um concurso para professor na Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária (FEA).
- Ele alega manipulação de notas e possível fraude na seleção, que ocorreu em março. Apenas uma candidata foi aprovada.
- Na ação, Dana afirma que a presidente da banca examinadora alterou suas notas para favorecer outra candidata e pede a revisão das notas e a suspensão da posse da aprovada.
- O economista destaca que recebeu notas altas de dois examinadores externos, enquanto os membros internos da banca lhe atribuíram notas inferiores.
- A USP declarou que as acusações são infundadas e que responderá judicialmente. Dana contesta a validade das notas, afirmando que não refletem seu histórico acadêmico.
O economista e influenciador Samy Dana entrou com uma ação judicial contra a Universidade de São Paulo (USP) após não ser selecionado em um concurso para professor na Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária (FEA). O concurso, realizado em março, visava preencher duas vagas, mas apenas uma candidata foi aprovada. Dana alega que houve manipulação de notas e possível fraude na seleção.
Na petição, Dana afirma que a presidente da banca examinadora alterou suas notas para favorecer outra candidata. Ele solicita a revisão das notas e a suspensão da posse da aprovada. O economista, que possui um extenso currículo acadêmico, incluindo mestrado e doutorados, destaca que recebeu notas altas de dois examinadores externos, que o indicaram para a vaga, enquanto os membros internos da banca lhe atribuíram notas inferiores.
Dana também menciona que todos os candidatos receberam notas idênticas na prova escrita, mas não teve acesso ao “espelho de prova”, documento que poderia esclarecer os critérios de avaliação. Ele argumenta que as notas não refletem seu histórico acadêmico e profissional, que inclui 18 artigos publicados e 18 livros.
A assessoria da USP declarou que as acusações são infundadas e que responderá às alegações no âmbito judicial. O concurso foi estruturado em duas fases, com critérios objetivos, mas Dana contesta a validade das notas atribuídas, afirmando que a discrepância entre elas é significativa. Ele destaca que sua experiência em docência e pesquisa é superior à da candidata aprovada, questionando a objetividade dos critérios utilizados na seleção.
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