- As mineradoras BHP e Vale propuseram um acordo de 1,4 bilhão de dólares para encerrar uma ação coletiva na Inglaterra relacionada à tragédia de Mariana, ocorrida em 2015.
- O valor inclui 800 milhões de dólares para indenizações e 600 milhões de dólares para custos legais, sendo inferior aos 230 bilhões de reais solicitados pelos advogados das vítimas.
- O processo tem a BHP como ré e é conduzido pelo escritório Pogust Goodhead, que representa moradores da região afetada.
- Recentemente, Tom Goodhead deixou o cargo de CEO do Pogust Goodhead, que agora é gerido por uma diretoria executiva de quatro membros.
- O escritório afirmou que o apoio financeiro para os processos judiciais continua forte, reforçando a busca por justiça para as vítimas.
As mineradoras BHP e Vale propuseram um acordo de 1,4 bilhão de dólares para encerrar uma ação coletiva na Inglaterra, que busca indenizações para as vítimas da tragédia de Mariana, ocorrida em 2015. O valor, que inclui 800 milhões de dólares para compensações e 600 milhões para custos legais, é significativamente inferior ao montante de R$ 230 bilhões solicitado pelos advogados das vítimas.
O processo, que tem a BHP como ré, é conduzido pelo escritório Pogust Goodhead, que representa moradores da região afetada e dezenas de municípios. A proposta de acordo foi apresentada durante uma reunião em junho, em Nova York. Ambas as mineradoras e o escritório de advocacia optaram por não comentar sobre o assunto.
Mudanças na Liderança do Escritório
Recentemente, o fundador do Pogust Goodhead, Tom Goodhead, deixou o cargo de CEO. A gestão agora será feita por uma diretoria executiva composta por quatro membros, incluindo Goodhead. Outros três profissionais foram nomeados para o Conselho Administrativo, trazendo experiência de grandes escritórios de advocacia.
O Pogust Goodhead afirmou que o apoio de financiadores permanece forte, garantindo os recursos necessários para a continuidade dos processos judiciais. Essa confiança reforça a busca por justiça para as vítimas do desastre, que ainda lutam por reparações adequadas.
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