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Banco Central deve manter vigilância até 2026 e sustentar taxa Selic, afirma Galípolo

Banco Central mantém Selic em 15% para controlar inflação e alerta sobre vigilância econômica entre 2025 e 2026

Presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, durante entrevista coletiva em Brasília (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
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  • O presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, afirmou que o período entre 2025 e 2026 exigirá atenção especial da instituição.
  • Ele destacou a necessidade de manter a taxa Selic em 15% por um tempo prolongado para controlar a inflação.
  • Galípolo ressaltou que a manutenção da Selic em níveis restritivos é essencial para monitorar a economia.
  • A decisão de manter a taxa em 15% foi tomada em julho, sem previsão de cortes.
  • A vigilância sobre a economia será crucial nos próximos anos para garantir a estabilidade econômica.

O presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, afirmou que o período entre o final de 2025 e 2026 exigirá atenção redobrada da instituição. Em evento da Associação Comercial de São Paulo, ele destacou a necessidade de manter a taxa Selic em 15% por um tempo prolongado, visando o controle da inflação.

Galípolo reiterou que a continuidade da manutenção da Selic em níveis restritivos é fundamental para que o Banco Central possa monitorar os sinais da economia. Essa estratégia, segundo ele, é crucial para garantir que a inflação se mantenha dentro das metas estabelecidas. O Banco Central decidiu, em julho, manter a taxa em 15%, sem indicar quando poderá iniciar um ciclo de cortes.

A vigilância sobre a economia será essencial nos próximos anos, conforme enfatizou Galípolo. A autarquia busca assegurar que o patamar atual da Selic seja suficiente para conter a inflação e estabilizar a economia brasileira. A expectativa é que essa abordagem permita uma análise mais precisa das condições econômicas antes de qualquer alteração na taxa de juros.

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