- A Nvidia e a AMD firmaram um acordo que permite a venda de chips de inteligência artificial na China, com uma taxa de 15% sobre as vendas.
- O acordo pode gerar receitas de até 50 bilhões de dólares nos próximos anos.
- Antes do acordo, as vendas da Nvidia para a China eram de aproximadamente 8 bilhões de dólares por trimestre.
- A Wells Fargo elevou a meta de preço das ações da Nvidia para 220 dólares, prevendo um crescimento significativo.
- A demanda por chips na China deve aumentar, com a Nvidia projetando receitas de 200 bilhões de dólares para o ano fiscal de 2026 e 255 bilhões de dólares para 2027.
A Nvidia e a AMD firmaram um acordo que permite a venda de chips de inteligência artificial na China, mediante o pagamento de 15% das vendas ao governo dos Estados Unidos. Essa decisão, que visa restaurar o acesso ao mercado chinês, pode gerar receitas de até 50 bilhões de dólares nos próximos anos.
Antes do acordo, as vendas de chips da Nvidia para a China eram de aproximadamente 8 bilhões de dólares por trimestre. Com a nova taxa, a empresa deverá desembolsar cerca de 1 bilhão de dólares a cada três meses, totalizando 5 bilhões de dólares anualmente. Apesar do impacto financeiro, analistas acreditam que a capacidade de competir no mercado chinês é crucial para ambas as empresas.
A Wells Fargo elevou a meta de preço das ações da Nvidia para $220, prevendo um crescimento significativo após a autorização para vendas de chips na China. O novo preço representa um potencial de alta de 20,4% em relação ao fechamento anterior. O analista Aaron Rakers destacou que a Nvidia pode recuperar o impacto de $8 bilhões por trimestre que a proibição anterior causou.
Além disso, a análise de dados macroeconômicos e tendências de investimento em tecnologia reforça a expectativa de crescimento. A demanda por chips na China deve aumentar, com a Nvidia projetando receitas de 200 bilhões de dólares para o ano fiscal de 2026 e 255 bilhões de dólares para 2027.
O mercado financeiro continua atento a indicadores econômicos, como o índice de preços ao consumidor, que pode influenciar o comportamento das ações nas próximas semanas.
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