- David Einhorn, gestor da Greenlight Capital, reduziu sua participação na Peloton em mais de 96%, conforme relatório 13F.
- A nova avaliação da posição na fabricante de bicicletas é de apenas R$ 1,2 milhão.
- Einhorn havia promovido as ações da Peloton como subvalorizadas em 2024, mesmo após a empresa reportar lucro no quarto trimestre fiscal.
- Apesar de um crescimento de 42% em 2024, as ações da Peloton caíram cerca de 2% neste ano, apresentando desempenho inferior ao do S&P 500.
- A Greenlight Capital aumentou sua posição na Fluor para quase R$ 200 milhões e adquiriu ações de outras empresas, como Sotera Health e Cigna Group.
David Einhorn, gestor da Greenlight Capital, reduziu sua participação na Peloton em mais de 96%, conforme revelado em um novo relatório 13F. A posição da empresa na fabricante de bicicletas de exercício agora vale apenas US$ 1,2 milhão. Einhorn havia investido na Peloton no segundo trimestre de 2024, promovendo suas ações como subvalorizadas durante a Robin Hood Investors Conference, onde até pedalou em uma bicicleta da marca.
Apesar de a Peloton ter reportado um lucro surpreendente no quarto trimestre fiscal e delineado uma estratégia para retomar o crescimento sob a liderança do novo CEO, Peter Stern, as ações da empresa caíram cerca de 2% neste ano, mesmo após uma alta de 42% em 2024. O desempenho da Peloton tem sido inferior ao do S&P 500, que apresenta resultados mais robustos.
Mudanças na Carteira
Além da venda de ações da Peloton, a Greenlight Capital aumentou sua aposta na Fluor, com uma nova posição de quase US$ 200 milhões. Essa aposta se destaca como a segunda maior do fundo ao final de junho, refletindo uma estratégia de valor, já que as ações da Fluor caíram mais de 15% neste ano. Einhorn também adquiriu participações menores em empresas como Sotera Health, Cigna Group e Victoria’s Secret no último trimestre.
Einhorn, que fundou a Greenlight Capital há quase três décadas, é conhecido por suas análises perspicazes e por ter superado o mercado em diversas ocasiões, especialmente durante a crise financeira de 2008. Recentemente, ele expressou preocupações sobre o comportamento especulativo no mercado de ações, que considera ter atingido níveis excessivos.
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