- A PRIO anunciou a parada de produção do campo de Peregrino, na Bacia de Campos, devido à interdição da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) da FPSO Pelegrino.
- A interdição foi motivada por falhas críticas nos sistemas de gerenciamento de riscos e segurança operacional.
- A produção será impactada em 35%, com um custo potencial de US$ 30 milhões por semana.
- A PRIO, que adquiriu a totalidade do campo em maio de 2023, está realizando ajustes em colaboração com a Equinor, antiga operadora.
- As ações da PRIO caíram 6,20%, refletindo a preocupação do mercado com a situação, que pode resultar em um impacto financeiro total de até US$ 262 milhões.
A PRIO (PRIO3) anunciou a parada de produção do campo de Peregrino, na Bacia de Campos, após a interdição da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) da FPSO Pelegrino. A decisão, comunicada nesta segunda-feira, 18, foi motivada por falhas críticas nos sistemas de gerenciamento de riscos e segurança operacional.
A interdição impacta a produção em 35%, representando um custo potencial de US$ 30 milhões por semana. A PRIO, que adquiriu a totalidade do campo em maio de 2023, já havia detido 40% de participação anteriormente. A BTG Pactual considera a situação negativa para a empresa, destacando que o campo é crucial para o fluxo de caixa, especialmente em 2025.
Ajustes e Expectativas
A PRIO está colaborando com a Equinor, antiga operadora do campo, para realizar os ajustes necessários. A expectativa é que os trabalhos sejam concluídos em um prazo de três a seis semanas. A XP Investimentos também vê a paralisação como um evento inesperado, ressaltando a perda econômica significativa devido à extensão da produção afetada.
A interdição da FPSO Pelegrino não apenas afeta a PRIO, mas também levanta preocupações sobre a durabilidade da paralisação e suas consequências financeiras. A situação é considerada um retrocesso, especialmente após a Equinor ter finalizado um processo de renovação na plataforma.
As ações da PRIO caíram 6,20%, cotadas a R$ 36,41, refletindo a inquietação do mercado diante da interdição. O impacto financeiro total da paralisação pode chegar a US$ 262 milhões, considerando a produção do campo. A situação exige atenção contínua, pois pode influenciar o desempenho das ações da PRIO e da Equinor nos próximos meses.
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