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CNI destaca benefícios do Pix para empresas americanas e compara com FedNow

Em audiência, embaixador defende o Pix como aliado das empresas americanas e refuta acusações de concorrência desleal do Brasil

Operação contra narcotraficantes na Venezuela continua, afirma secretário de Defesa dos EUA (Foto: Reprodução)
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  • O embaixador Roberto Azevêdo defendeu o sistema de pagamento instantâneo Pix durante uma audiência em Washington.
  • Ele destacou os benefícios do Pix para empresas americanas e comparou-o ao sistema FedNow dos EUA.
  • A audiência ocorreu em meio a uma investigação sobre práticas comerciais do Brasil, solicitada pelo ex-presidente Donald Trump.
  • Azevêdo afirmou que o Pix não ameaça a competitividade das empresas americanas e ressaltou que a tarifa efetiva do Brasil sobre produtos dos EUA é de apenas 2,7%.
  • A audiência contou com a participação de cerca de 40 entidades, com opiniões divergentes sobre o impacto do Pix nas relações comerciais.

Durante uma audiência em Washington, o embaixador Roberto Azevêdo defendeu o sistema de pagamento instantâneo Pix, destacando seus benefícios para empresas americanas. A audiência ocorreu em meio a uma investigação sobre práticas comerciais do Brasil, solicitada pelo ex-presidente Donald Trump.

Azevêdo, que também é consultor da Confederação Nacional da Indústria (CNI), comparou o Pix ao sistema FedNow dos EUA, enfatizando que ambos promovem a inclusão financeira e a eficiência no comércio. Ele afirmou que o Pix não representa uma ameaça à competitividade das empresas americanas, como alegado por Trump ao aplicar tarifas de 50% sobre produtos brasileiros.

O embaixador ressaltou que o Brasil possui uma tarifa efetiva de apenas 2,7% sobre produtos dos EUA, uma das menores do mundo. Ele refutou as alegações de que o Brasil age de forma a prejudicar os Estados Unidos, afirmando que não há evidências que sustentem essa ideia. Azevêdo enfatizou a importância do diálogo e da cooperação entre as duas nações, destacando que ambos são grandes democracias.

A audiência contou com a participação de cerca de 40 entidades, incluindo empresas brasileiras como Embraer e Portobello America, além de associações setoriais. Enquanto algumas entidades americanas apoiaram o Brasil, outras pediram punições, alegando concorrência desleal. A investigação, que pode resultar em novas sanções comerciais, será concluída em alguns meses.

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