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Ações nucleares se destacam como oportunidade na recuperação do setor, aponta CLSA

A CLSA prevê que as ações da Cameco podem subir 32% em um ano, impulsionadas pela crescente demanda por energia nuclear globalmente

Foto: Reprodução
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  • A CLSA iniciou a cobertura da Cameco com uma classificação de “outperform”.
  • A previsão é de um aumento de 32% nas ações da empresa, que podem chegar a US$ 102 nos próximos 12 meses.
  • A Cameco possui os melhores ativos de mineração de urânio e controla 25% do mercado de fabricação de combustível nuclear.
  • A empresa tem participação de 49% na Westinghouse, que está ligada a 50% dos reatores globais.
  • Riscos incluem acidentes nucleares e tensões geopolíticas, mas a Cameco está bem posicionada para atender à crescente demanda por energia nuclear.

A demanda por energia nuclear está em ascensão globalmente, levando a CLSA a iniciar a cobertura da Cameco com uma classificação de “outperform”. A empresa, que se destaca na cadeia de valor nuclear, pode ver suas ações aumentarem 32%, alcançando US$ 102 nos próximos 12 meses, segundo a análise.

Cameco, com sede em Saskatoon, Saskatchewan, possui os melhores ativos de mineração de urânio do mundo. A companhia controla 25% do mercado de fabricação de combustível nuclear e está ligada a 50% dos reatores globais através de sua participação na Westinghouse. O analista Max Hopkins, da CLSA, ressalta que a empresa é a opção mais abrangente para o renascimento da energia nuclear, oferecendo um modelo de negócios que abrange desde a mineração até os reatores.

Em 2024, a Cameco produziu mais de 34 milhões de libras de urânio, consolidando-se como um dos principais fornecedores globais. A participação de 49% na Westinghouse a posiciona favoravelmente para atender à crescente demanda por novas usinas nucleares e serviços para a frota existente. O design do reator AP1000 da Westinghouse é considerado crucial para a nova capacidade nuclear na América do Norte e na Europa.

Riscos e Oportunidades

Apesar das perspectivas otimistas, existem riscos associados. Um acidente nuclear poderia comprometer o setor, enquanto questões operacionais e tensões geopolíticas podem impactar a Cameco. A empresa também possui uma participação de 49% na Global Laser Enrichment, que utiliza tecnologia de enriquecimento de terceira geração, com a opção de aumentar sua participação para 75%.

A análise da CLSA destaca a capacidade da Cameco de capitalizar sobre a transição global para a energia nuclear, oferecendo aos clientes acesso completo à energia nuclear, desde a mina até o reator.

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