- O governo brasileiro, liderado por Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou um aumento na tributação sobre empresas do lucro presumido.
- A expectativa é arrecadar R$ 8 bilhões adicionais em 2026.
- A proposta inclui um aumento de 10% na base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).
- O lucro presumido é utilizado por pequenas e médias empresas e profissionais liberais que faturam até R$ 78 milhões por ano.
- A medida visa aumentar a arrecadação e revisar isenções tributárias, contribuindo para o equilíbrio fiscal.
O governo brasileiro, sob a liderança de Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou que espera arrecadar R$ 8 bilhões adicionais em 2026 com o aumento da tributação sobre empresas do lucro presumido. Essa medida foi confirmada pelo Ministério da Fazenda e faz parte de um projeto que visa cortar 10% das isenções fiscais para empresas.
A proposta inclui um aumento de 10% na base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para as empresas que operam sob o regime de lucro presumido. Este regime é amplamente utilizado por pequenas e médias empresas, além de profissionais liberais, como médicos e advogados, que faturam até R$ 78 milhões por ano.
O lucro presumido simplifica a apuração tributária, pois a Receita Federal presume um percentual de lucro sobre a receita bruta, evitando a complexidade do lucro real. Contudo, o governo argumenta que essa forma de tributação representa uma renúncia fiscal, já que muitas empresas pagam menos impostos do que deveriam. Com a nova proposta, os percentuais de presunção serão elevados em 10% sobre a receita que ultrapassar R$ 1,2 milhão ao ano.
Essa mudança visa aumentar a arrecadação e revisar as isenções tributárias, um tema que já havia sido discutido anteriormente pelo governo. A expectativa é que a medida contribua para o equilíbrio fiscal e a sustentabilidade das contas públicas.
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