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Ministro garante que queda nos preços dos alimentos seguirá nos próximos meses

Famílias brasileiras registram deflação de 0,11% em agosto, impulsionada pela queda nos preços de alimentos e combustíveis

Foto: Reprodução
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  • O orçamento das famílias brasileiras teve uma deflação de 0,11% em agosto, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
  • O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, destacou a queda no preço do arroz, que passou de R$ 30,00 para entre R$ 15,00 e R$ 18,00 por cinco quilos.
  • Outros alimentos também apresentaram quedas: tomate (-13,39%), batata-inglesa (-8,59%), cebola (-8,69%) e café moído (-2,17%).
  • A deflação foi influenciada pela redução nos preços dos combustíveis, com a gasolina caindo 0,94% e o etanol 0,82%.
  • No acumulado de 2025, a inflação está em 3,15%, e em 12 meses, 5,13%, abaixo dos 5,23% do período anterior.

O orçamento das famílias brasileiras teve um alívio em agosto, com uma deflação de 0,11%, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, destacou a queda nos preços do arroz, que passou de 30 reais para entre 15 e 18 reais por cinco quilos. Ele acredita que essa tendência de redução deve se manter nos próximos meses.

Além do arroz, outros itens da cesta básica também apresentaram quedas significativas. O tomate teve uma redução de 13,39%, a batata-inglesa caiu 8,59%, a cebola recuou 8,69% e o café moído diminuiu 2,17%. Teixeira atribuiu esses resultados ao sucesso do Plano Safra, que tem promovido recordes de safra nos últimos anos.

Impacto dos Combustíveis

Os combustíveis também contribuíram para a deflação. A gasolina teve uma queda de 0,94%, enquanto o etanol recuou 0,82% e o gás veicular caiu 1,27%. Este é o primeiro índice negativo desde agosto de 2024 e o mais expressivo desde setembro de 2022. No acumulado de 2025, a inflação está em 3,15%, e em 12 meses, 5,13%, abaixo dos 5,23% registrados no período anterior.

Teixeira enfatizou que a deflação não está relacionada às tarifas impostas por Donald Trump, presidente dos EUA, e reafirmou que o controle da inflação é uma das prioridades do governo Lula. O ministro acredita que a continuidade das quedas nos preços é um reflexo das ações governamentais e do investimento na agricultura.

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