- A China bloqueou a compra dos chips RTX Pro 6000D da Nvidia, citando segurança nacional.
- A decisão foi anunciada pela Cyberspace Administration of China, que ordenou a empresas locais, como Alibaba e ByteDance, a interromperem as aquisições.
- O CEO da Nvidia, Jensen Huang, expressou descontentamento com a proibição, ressaltando a contribuição da empresa para o mercado chinês.
- A proibição se soma a restrições anteriores, como a venda dos processadores H20 na China, refletindo a deterioração das relações entre os EUA e a China no setor tecnológico.
- O presidente da Câmara dos EUA, Mike Johnson, criticou a China, chamando-a de “adversário” e mencionando a falta de respeito pelas leis de propriedade intelectual.
A China bloqueou a compra dos chips RTX Pro 6000D da Nvidia, citando preocupações de segurança nacional. A decisão foi anunciada pela Cyberspace Administration of China, que ordenou que empresas locais, como Alibaba e ByteDance, interrompessem as aquisições. O CEO da Nvidia, Jensen Huang, expressou descontentamento com a proibição, afirmando que a empresa sempre buscou contribuir para o mercado chinês.
A proibição se soma a restrições anteriores enfrentadas pela Nvidia, que já havia sido impedida de vender seus processadores H20 na China. A situação reflete a deterioração das relações entre os EUA e a China no setor tecnológico, com o presidente da Câmara dos EUA, Mike Johnson, chamando a China de “adversário”. Ele criticou a falta de respeito da China pelas leis de propriedade intelectual.
Analistas apontam que a decisão da China pode ser uma estratégia para fortalecer a confiança em seus próprios fabricantes de chips, que estão se desenvolvendo rapidamente. A China busca reduzir a dependência de tecnologia estrangeira, enquanto empresas locais, como Huawei, estão investindo em infraestrutura própria de computação.
A relação entre os dois países continua tensa, com a administração Biden sinalizando que poderia permitir a entrada de chips Nvidia mais avançados no mercado chinês. A recente proibição pode ser uma tática de negociação para futuras discussões comerciais, refletindo a complexidade das interações entre as duas potências.
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