- A Snap negocia captar pelo menos US$ 1 bilhão para a divisão de óculos de realidade aumentada, com o objetivo de transformar a unidade Specs em subsidiária independente; a apresentação está marcada para o Future Investment Initiative, em Riade, na próxima semana, e o CEO Evan Spiegel tem conversado com investidores, incluindo o Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF), que administra US$ 1 trilhão.
- A estratégia busca aumentar a autonomia da divisão de hardware para atrair capital, seguindo modelo semelhante ao da Waymo, que opera dentro da Alphabet; a empresa planeja lançar uma versão comercial dos óculos em 2026, com cerca de 100 mil unidades a US$ 2.500 cada.
- Apesar do potencial, a Snap ainda não é lucrativa e suas ações têm recuado, dificultando a competição com grandes empresas de tecnologia; uma fonte envolvida nas negociações descreveu a captação de recursos como “existencial”.
- A Snap já lançou uma versão para desenvolvedores dos Spectacles e disputa posicionamento como plataforma acessível para criar experiências de AR.
- A concorrência no setor é intensa: Meta, Apple, Google e Amazon aceleram o desenvolvimento de seus próprios óculos; os óculos com IA da Meta variam entre US$ 299 e US$ 799, e mais de 2 milhões de unidades de Ray-Ban com IA foram vendidas até junho.
A Snap está em negociações para captar pelo menos US$ 1 bilhão para sua divisão de óculos de realidade aumentada (AR), com o intuito de acelerar o desenvolvimento de seus produtos. O CEO Evan Spiegel tem conversado com investidores, incluindo o Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF), que administra cerca de US$ 1 trilhão. As discussões estão em andamento e uma apresentação está agendada para o evento Future Investment Initiative, em Riade, na próxima semana.
O objetivo da Snap é transformar sua unidade de hardware, conhecida como Specs, em uma subsidiária independente. Essa estratégia visa aumentar a autonomia da divisão, permitindo que ela continue atraindo capital, similar ao modelo da Waymo, que opera dentro da Alphabet. A Snap pretende lançar uma versão comercial dos óculos de AR em 2026, com planos de produzir cerca de 100 mil unidades a um preço em torno de US$ 2.500.
Apesar do potencial do mercado de AR, a Snap ainda enfrenta desafios significativos. A empresa não é lucrativa e suas ações têm apresentado queda, dificultando a competição com outras grandes tecnológicas. Uma fonte envolvida nas negociações descreveu a necessidade de captar recursos como “existencial”. A Snap já lançou uma versão para desenvolvedores dos Spectacles e se posiciona como uma plataforma acessível para criar experiências de AR.
Concorrência no Setor
A competição no setor de AR é intensa. Empresas como Meta, Apple, Google e Amazon estão acelerando o desenvolvimento de seus próprios óculos para consumidores. Os óculos com inteligência artificial da Meta, por exemplo, estão disponíveis por preços que variam entre US$ 299 e US$ 799. Até junho deste ano, mais de duas milhões de unidades de Ray-Bans com IA foram vendidas, destacando a crescente adoção de tecnologias de AR no mercado.
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