- A Microsoft fechou um acordo de US$ 9,7 bilhões com a operadora de data centers IREN, por cinco anos, para acesso a chips Nvidia e aumento da capacidade computacional diante da demanda por IA.
- As ações da IREN subiram mais de 13% após o anúncio, refletindo a confiança do mercado na parceria.
- A fabricante de servidores Dell também teve valorização de cerca de 5%, já que forneceria chips GB300 e outros equipamentos para a Microsoft, totalizando cerca de US$ 5,8 bilhões.
- A IREN tem capacidade total de 2.910 megawatts em data centers na América do Norte e funciona com energia renovável; a empresa vale US$ 16,52 bilhões no mercado.
- O acordo permite à Microsoft ampliar capacidade sem construir novos centros de dados nem ampliar o consumo de energia, reduzindo custos com chips que podem desvalorizar com o avanço tecnológico.
A Microsoft firmou um acordo de US$ 9,7 bilhões com a operadora de data centers IREN, visando o acesso a chips da Nvidia. O contrato, com duração de cinco anos, busca aumentar a capacidade computacional da gigante da tecnologia, que enfrenta limitações para atender à crescente demanda por inteligência artificial.
O anúncio do contrato resultou em uma valorização de mais de 13% nas ações da IREN, refletindo a confiança do mercado na parceria. A fabricante de servidores Dell também se beneficiou, com suas ações subindo 5%, já que fornecerá chips GB300 e outros equipamentos essenciais para a Microsoft, totalizando cerca de US$ 5,8 bilhões.
Implicações do Acordo
A colaboração com a IREN permitirá à Microsoft expandir sua capacidade sem a necessidade de construir novos centros de dados ou buscar energia adicional, desafios significativos no setor. Além disso, o acordo ajuda a evitar custos elevados com chips que podem desvalorizar rapidamente à medida que novas tecnologias surgem.
A IREN, que já possui uma capacidade total de 2.910 megawatts em seus data centers na América do Norte, é totalmente alimentada por energia renovável. Com um valor de mercado de US$ 16,52 bilhões, a empresa teve um aumento significativo em suas ações neste ano, refletindo o crescente interesse e investimento em infraestrutura de computação para inteligência artificial.
Esse movimento destaca a corrida das empresas de tecnologia por maior poder de processamento, essencial para aplicações como o ChatGPT e outras inovações em IA.
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