- Paris Jackson questiona a gestão da herança de Michael Jackson, avaliada em US$ 464 milhões, alegando que os coexecutores mantêm grande parte do patrimônio em caixa sem investir.
- A defesa afirma que a administração se tornou um “veículo privado de investimentos” que beneficia os executores em detrimento dos herdeiros, com compensação aos executores de mais de US$ 10 milhões em 2021 e total de US$ 148,2 milhões desde o início da administração.
- Segundo Paris, investimentos não produtivos teriam reduzido ganhos, e um biopic com Miles Teller é citado como exemplo de decisão questionável por não gerar retorno suficiente.
- A petição sustenta que, se os recursos tivessem sido melhor aplicados, a herança poderia ter gerado US$ 41 milhões em lucros.
- A disputa segue na esfera judicial, com audiência marcada para janeiro de 2026, quando Paris buscará contestar as decisões de administração da herança; representante do espólio nega as acusações e afirma que todos os beneficiários recebem cuidados, incluindo US$ 65 milhões já pagos a Paris.
Paris Jackson expressou preocupações sobre a administração da herança de seu pai, Michael Jackson, avaliada em US$ 464 milhões. Em um novo processo, a única filha do cantor alega que os coexecutores, John Branca e John McClain, estão mantendo uma quantia significativa em caixa sem investimentos, o que prejudica o crescimento do patrimônio.
Segundo Paris, a gestão da herança se transformou em um “veículo privado de investimentos” que beneficia mais os executores do que os próprios herdeiros. A atriz de *American Horror Story* destacou que, em 2021, Branca e McClain receberam mais de US$ 10 milhões em compensação, valor que é mais de duas vezes o montante distribuído aos beneficiários. Desde o início de sua administração, a compensação total dos executores teria chegado a US$ 148,2 milhões.
Investimentos Questionáveis
A petição de Paris também critica decisões de investimento, incluindo um projeto de biografia cinematográfica sobre Michael Jackson, que conta com o ator Miles Teller no papel principal. Ela argumenta que, devido a investimentos não produtivos, a herança poderia ter gerado US$ 41 milhões em lucros se os recursos tivessem sido melhor aplicados.
Um representante próximo ao espólio de Jackson negou as alegações, afirmando que os advogados de Paris estão tentando mudar a narrativa após perderem um caso judicial recente. A fonte destacou que todos os beneficiários estão sendo bem cuidados e que Paris já recebeu US$ 65 milhões em benefícios da herança.
Enquanto isso, a disputa legal continua, com uma audiência marcada para janeiro de 2026, onde Paris tentará contestar as decisões da administração da herança.
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