- O Ibovespa fechou em alta de 0,52%, aos 158.187,43 pontos, com Petrobras entre os principais suportes e volume de R$ 27,16 bilhões.
- A sessão teve máxima de 159.235,36 pontos e mínima de 157.369,36 pontos; o índice havia caído na sexta-feira após a indicação de Flávio Bolsonaro como candidato.
- Nesta segunda, Flávio Bolsonaro afirmou que a candidatura é irreversível; analistas destacam maior volatilidade e rebalanceamento de portfólios à vista de 2026.
- O dólar fechou em queda de 0,23%, a R$ 5,4220, com o mercado monitorando decisões do Fed e do Copom, além da trajetória do câmbio.
- Expectativas apontam para possível corte de juros pelo Federal Reserve na quarta-feira, enquanto o Copom deve manter a Selic em 15% ao ano; o diferencial de juros influencia o dólar.
O Ibovespa fechou em alta de 0,52% nesta segunda-feira (8), recuperando parte da queda da sessão anterior, com Petrobras entre os principais suportes em um pregão de ajustes. O índice ganhou fôlego após a sessão negativa impulsionada por preocupações com o cenário eleitoral de 2026.
Flávio Bolsonaro afirmou em entrevista que sua candidatura é irreversível, fortalecendo o cenário político para 2026. Analistas destacam maior volatilidade prevista e ajustes de portfólios, enquanto traders monitoram decisões de política monetária do Fed e do Copom, além da trajetória do dólar.
Fatores políticos e cenários de juros
O Ibovespa atingiu máximas intradiárias acima de 159 mil pontos, mas encerrou em 158.187,43 pontos, com volume financeiro de R$ 27,16 bilhões. Na sexta, o índice superou 165 mil pontos, antes da confirmação da candidatura de Flávio Bolsonaro pelo pai.
O dólar à vista fechou em leve queda de 0,23%, a R$ 5,4220, após ter ficado acima de R$ 5,40 na sessão anterior. O contrato futuro de dólar para janeiro recuou 0,31%, a R$ 5,4505. No exterior, o dólar acompanhou a expectativa de redução de juros pelo Fed.
Internamente, o Copom é visto mantendo a Selic em 15% ao ano na quarta-feira. A percepção é de que o diferencial de juros versus os EUA influencia o nível da cotação cambial nas últimas semanas.
Bancos e gestores seguem rebalanceando carteiras diante da incerteza política e da agenda de política monetária, com atenções voltadas para a decisão do Fed na quarta-feira e para o impacto no humor do mercado. A entrevista de Flávio Bolsonaro ajudou a reduzir parte da volatilidade causada pelas informações recentes.
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