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Alckmin aposta que juros devem cair na próxima reunião do Copom

Alckmin aposta em queda da Selic em breve e cobra maior esforço fiscal para conter a dívida, após dados de desemprego recorde baixo e inflação em queda

Vice-presidente Geraldo Alckmin prevê queda da Selic na próxima reunião do Copom, ressaltando a urgência para a indústria - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
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  • O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que a redução da Selic deve ocorrer em breve, possivelmente já na próxima reunião do Copom.
  • Ele afirmou que a queda do dólar, o clima favorável e a supersafra ajudam a reduzir os preços dos alimentos e que os juros devem cair, dinamizando a economia.
  • Alckmin destacou números recentes: desemprego em 5,4% e inflação em 4,4%, interpretando o momento como positivo, mas com cautela.
  • O ministro pediu maior esforço fiscal, dizendo que é preciso cortar despesas para conter o crescimento da dívida.
  • Ele criticou déficits do governo anterior, citando o déficit de 9,7% do PIB no governo de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes, e defendeu iniciar um superávit.

Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro da Indústria, afirmou que a redução da Selic deve ocorrer em breve, possivelmente já na próxima reunião do Copom. O governo concentra esforços para manter a confiança no cenário econômico.

Ele ressaltou que a queda da taxa depende de condições macroeconômicas, e citou fatores como a queda do dólar, clima favorável e a supersafra como influentes na redução dos preços dos alimentos. A fala ocorreu durante entrevista ao programa ReConversa, no YouTube.

Alckmin reforçou que, mesmo com sinais positivos, é necessário um esforço fiscal maior. O ministro destacou o desemprego atual de 5,4% e a inflação de 4,4%, dizendo que o momento representa um ganho recente, mas exige responsabilidade com as contas públicas.

Perspectiva fiscal e comparação com gestões anteriores

O vice-presidente criticou déficits apontados no governo anterior, citando Jair Bolsonaro e Paulo Guedes. Segundo ele, o desafio é iniciar um caminho de superávit para conter o crescimento da dívida pública.

Dados recentes de emprego e preços são vistos por ele como indicadores de cenário favorável, que devem sustentar a redução gradual da taxa de juros. A opinião de Alckmin contrasta com ênfases de estabilidadção fiscal e controle de gastos.

Contexto político e institucional

Alckmin manteve a visão de que o ciclo de redução da Selic pode favorecer a indústria, alavancando investimentos e consumo. Ele apresentou a necessidade de equilíbrio entre cortes de juros e disciplina fiscal para consolidar a recuperação econômica.

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