- A reforma tarifária do México foi aprovada pelo Congresso na quinta-feira, dia onze, e prevê alíquotas de cinco por cento a cinquenta por cento sobre cerca de mil e quinhentos produtos de 17 setores, com entrada em vigor prevista para 1º de janeiro.
- Entre os setores, estão automóveis e autopeças, vestuário, plástico, siderurgia e eletrodomésticos.
- Além do Brasil, o México aponta para impactos em econômica de outros países, com o Brasil acompanhando o processo e avaliando os efeitos por meio de diálogo com autoridades mexicanas.
- O governo brasileiro afirma manter contato com autoridades do México para entender os possíveis efeitos e defender previsibilidade, segurança jurídica e integração produtiva.
- A Confederação Nacional da Indústria estima que até 15% das exportações brasileiras ao México possam ser afetadas, reforçando a necessidade de intensificar o diálogo bilateral.
O Brasil acompanha de perto a reforma tarifária aprovadas pelo Congresso do México, que pode impactar exportações brasileiras. A medida prevê tarifas de até 50% sobre importações de países sem acordo de livre comércio. Ação foi aprovada na quinta-feira, 11, estão em fase de publicação do texto final.
O governo brasileiro informou que aguarda a publicação do texto final para avaliar impactos. O Itamaraty e o MDIC destacam diálogo contínuo com o México e que a avaliação envolve cerca de 1,5 mil produtos em 17 setores, com entrada em vigor prevista para 1º de janeiro.
A indústria brasileira também responde com cautela. A CNI estima que até 15% das exportações ao México possam ser afetadas, dependendo das listas finais de produtos. O Brasil ressalta a importância da previsibilidade e do aprofundamento da integração produtiva entre os dois países.
Desdobramentos
A reforma mexicana atinge setores como automóveis e autopeças, vestuário, plástico, siderurgia e eletrodomésticos. Além do Brasil, países como China, Índia, Coreia do Sul, Rússia e África do Sul devem ser impactados. O governo brasileiro reiterou o compromisso com o diálogo visando preservar o ambiente de cooperação.
O Brasil diz manter contato com autoridades mexicanas para tratar os possíveis efeitos. A relação bilateral é apresentada como baseada em diálogo franco e interesse comum na previsibilidade econômica. As avaliações devem orientar decisões futuras sobre comércio e investimentos.
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