- Estudo da Visa aponta que 64% dos brasileiros ficariam animados com criptomoedas de presente; na América Latina é 57% e globalmente 38%; 10% consideram dar criptomoedas neste fim de ano.
- Na prática brasileira, a Geração Z é majority entre os entusiastas: 57% dos investidores de moedas digitais são dessa geração; os Millenials representam 30%.
- A Geração Z se anima por ser nativa digital, buscar ativos com potencial de valorização e pelo papel das redes sociais em ampliar o interesse.
- A volatilidade das principais criptomoedas e a sensação de risco atraem jovens, que podem ter menos comprometimento financeiro, o que facilita o interesse por esse tipo de presente.
- Pais podem usar esse cenário para incentivar educação financeira, lembrando que criptomoedas devem fazer parte de um portfólio voltado a médio e longo prazo, sem esperar ganhos rápidos.
A cartinha de Natal mudou de tom. Segundo estudo da Visa, 64% dos brasileiros ficariam animados com criptomoedas de presente. Na América Latina, o índice é 57%, e no mundo, 38%. Além disso, 10% consideram presentear com cripto neste fim de ano.
Os dados apontam que a Geração Z domina o entusiasmo por cripto entre os presentes. No Brasil, esse grupo representa 57% dos investidores em moedas digitais, segundo a Raio-X do Investidor da Anbima, seguido pelos Millennials (30%).
Geração Z e o apelo das criptomoedas
A explicação envolve natividade digital e apetite por volatilidade. Profissionais da área apontam que o potencial de valorização atrai jovens que veem tempo para esperar o retorno.
Redes sociais e educação financeira
As redes sociais ampliam o interesse pela possibilidade de enriquecimento rápido. Pais e responsáveis podem usar esse momento para incentivar educação financeira e discutir riscos, diversificação de portfólio e objetivos de médio a longo prazo.
Entre na conversa da comunidade