- Em 2026, haverá isenção de Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil e alíquotas menores para quem ganha até R$ 7,3 mil, com impacto estimado de cerca de R$ 17 bilhões por ano.
- Medidas para reduzir o custo de vida incluem energia elétrica gratuita para famílias de baixa renda que consomem até 80 KWh por mês, e distribuição gratuita de gás para 15 milhões de famílias (passando de 5,5 milhões anteriormente).
- Desempenho econômico recente: rendimento mensal do trabalho atingiu R$ 3.528 em outubro; massa salarial de R$ 357,3 bilhões; desemprego em 5,4%.
- Reforma tributária, em implementação desde 2023, busca reduzir a regressividade, ampliar bases de contribuição e simplificar o sistema, mantendo piso de contribuição para os rendimentos mais altos.
- No cenário internacional, o Brasil saiu do Mapa da Fome da FAO; inflação sob controle com previsão de menor inflação desde o Plano Real até o fim de 2026, além de expansão de exportações e crescimento do PIB acima da OCDE em anos recentes.
Nos últimos três anos, o Brasil implementou políticas de redistribuição de renda e oportunidades. O objetivo é ampliar renda, emprego e reduzir desigualdades. Programas estruturados, como o Bolsa Família, foram partes centrais desse esforço.
Dados oficiais indicam avanço em emprego formal e massa salarial. O rendimento médio do trabalho atingiu pico histórico em outubro, segundo a PNAD Contínua, e o desemprego caiu para 5,4%. A inflação tem sido controlada.
Ao anunciar novas medidas para 2026, o governo informou isenção de IR para quem ganha até 5 mil reais e redução para quem recebe até 7,3 mil. O impacto estimado é de 17 bilhões de reais por ano na economia.
Medidas diretas para a população de baixa renda
Entre as ações, está a isenção total de energia para famílias com consumo de até 80 KWh mensais, beneficiando 50 milhões de brasileiros. Outras 60 milhões pagarão apenas o consumo acima desse limite.
Paralelamente, o governo anunciou a distribuição gratuita de gás de cozinha para 15 milhões de famílias, ampliando o alcance em relação ao auxílio anterior, que atingia cerca de 5,5 milhões. As mudanças integram a reforma tributária em curso.
Reforma tributária e dimensão fiscal
A reforma, aprovada em 2023 após décadas de tentativas, começa a vigorar gradualmente. A ideia é reduzir a regressividade, ampliar bases de contribuição e simplificar impostos para empresas.
A reforma também estabelece um piso de contribuição para alta renda e reduz incentivos fiscais que não atendem mais a objetivos econômicos. A narrativa oficial aponta correção de injustiças históricas.
Contexto econômico e internacional
O governo sustenta que, com democracia sólida, o país avança sem paralisar investimentos públicos. Em três anos, o Brasil abriu mais de 500 mercados e teve desempenho de PIB acima da média da OCDE em 2023-2024.
As projeções do FMI sinalizam continuidade do bom desempenho em 2025. O governo afirma que, ao fim de 2026, a inflação acumulada deve ser a menor desde o Plano Real.
Fonte: CartaCapital, publicação de 31 de dezembro de 2025.
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