- Em 2025, Chainlink consolidou-se como infraestrutura padrão para finanças on-chain, com adoção de governos, bancos e gestores de ativos para levar dados do mundo real a blockchains.
- O Departamento de Comércio dos Estados Unidos firmou parceria para publicar dados macro on-chain, e o cofundador Sergey Nazarov participou de fóruns de políticas em Washington, fortalecendo o alinhamento entre reguladores e provedores de infraestrutura.
- No setor financeiro, a Mastercard ajudou mais de três bilhões de titulares a comprar ativos on-chain via aplicação alimentada pela Chainlink; gestores como UBS, WisdomTree e FTSE Russell expandiram dados on-chain de valor líquido e índices; DTCC, Euroclear e SWIFT colaboraram para ações corporativas e liquidação entre cadeias.
- Em DeFi e tokenização, a Coinbase adotou o CCIP como ponte exclusiva para ativos encapsulados; protocolos como Aave e Lido upgrading infraestrutura para uso institucional; o CCIP expandiu para blockchains não-EVM, incluindo Solana, ampliando o alcance de ativos transacionáveis.
- A Chainlink lançou melhorias de infraestrutura em 2025 — Runtime Environment, Automated Compliance Engine e Confidential Compute — preparando o terreno para acelerar a tokenização em 2026, com instituições padronizando em torno de sua infraestrutura.
Chainlink consolida posição como infraestrutura padrão para finanças onchain em 2025, com adoção crescente por governos, bancos e gestores de ativos. A empresa afirma que suas regras de oráculos e interoperabilidade passam a integrar sistemas públicos e privados, alimentando dados e operações no blockchain.
Aceleração governamental ocorreu em 2025. O Departamento de Comércio dos EUA firmou parceria para publicar macrodados onchain usando Chainlink Data Feeds do BEA. O cofundador Sergey Nazarov participou de debates em Washington, incluindo o White House Digital Asset Summit, em meio à assinatura da GENIUS Act.
Além disso, o uso institucional se expandiu no setor bancário e de mercados. A Mastercard sustenta que mais de três bilhões de titulares poderão comprar ativos onchain via uma aplicação alimentada por Chainlink. Gestoras de ativos ampliaram fundos tokenizados com padrões onchain.
UBS concluiu um fluxo de fundo tokenizado end-to-end com o Digital Transfer Agent. WisdomTree e FTSE Russell passaram a publicar dados de NAV e índices onchain, fortalecendo a infraestrutura para decisões institucionais. Infrastructuras de mercado como DTCC, Euroclear e SWIFT passaram a colaborar com Chainlink.
No campo DeFi e tokenização, a Chainlink ampliou o alcance do CCIP, com Coinbase elegendo-o como ponte exclusiva para ativos encapsulados. Protocolos DeFi como Aave e Lido atualizaram para uso institucional. A expansão do CCIP para blockchains não-EVM, incluindo Solana, abriu acesso a dezenas de bilhões de dólares.
Novas capacidades foram apresentadas em 2025 para apoiar aplicações onchain respeitosas à privacidade e conformidade. Runtime Environment, Automated Compliance Engine e Confidential Compute integram-se à plataforma, preparando a tokenização para o próximo ciclo.
A Chainlink sinaliza que 2025 representou ponto de inflexão na finança onchain, com 2026 devendo acelerar ainda mais a tokenização à medida que instituições padronizam infraestrutura compartilhada. Governo, instituições financeiras e infraestruturas de mercado alinham-se aos padrões da Chainlink.
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