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Cinco pendências para colocar em ordem no início do ano e começar 2026 com menos preocupações

Tributos, obrigações financeiras e despesas típicas de janeiro merecem planejamento antecipado para evitar multas, juros e impacto prolongado no orçamento

Pedro Menezes
Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
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2025 foi embora e, com ele, as festas de fim de ano, como Natal e Ano Novo, além da retomada da rotina comum em pleno mês de janeiro. Agora, com 2026 já presente no dia a dia, é preciso se desvincular das festividades e começar a organizar as pendências que o início do ano traz, […]

2025 foi embora e, com ele, as festas de fim de ano, como Natal e Ano Novo, além da retomada da rotina comum em pleno mês de janeiro. Agora, com 2026 já presente no dia a dia, é preciso se desvincular das festividades e começar a organizar as pendências que o início do ano traz, para garantir que tudo esteja em dia e que o período começa sem problemas acumulados.

Por isso, o Portal Tela reuniu cinco pontos que merecem atenção neste início de ano, para que tudo seja organizado com antecedência e diminua o risco de dívidas e outros problemas ao decorrer dos meses.

1. Pagar IPVA

O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é um dos primeiros compromissos fiscais do ano para quem possui automóvel no Brasil. Para 2026, diversos estados já divulgaram os calendários de vencimento, com prazos que começam, em geral, em janeiro e variam de acordo com o final da placa do veículo.

Em São Paulo, por exemplo, o pagamento em cota única com desconto de até 3% está previsto entre 12 e 23 de janeiro, além da opção de parcelamento em até cinco vezes nos meses seguintes. As datas e os percentuais de desconto mudam conforme o estado, o que exige atenção do contribuinte. A recomendação é consultar a Secretaria da Fazenda local para não perder prazos e evitar a cobrança de multas e juros.

2. Quitar IPTU

O Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) é outro tributo anual que impacta o orçamento logo no início do ano. Em diversas cidades, como o Rio de Janeiro, o contribuinte pode optar pelo pagamento em cota única, com desconto, ou pelo parcelamento ao longo dos meses seguintes, conforme o calendário definido por cada município.

A antecipação do pagamento costuma garantir abatimentos no valor total do imposto, enquanto o atraso resulta na cobrança de multas e juros, o que eleva rapidamente a dívida. Por isso, o planejamento financeiro prévio é essencial para evitar que o IPTU interfira no pagamento de outras contas básicas.

3. Declarar e pagar Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF)

A declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) é obrigatória para quem se enquadra nas regras da Receita Federal e ocorre, em geral, entre março e o último dia útil de maio. A entrega da declaração e o pagamento de eventual imposto devido precisam ser feitos dentro desse prazo para evitar a aplicação de multa por atraso.

Apesar das mudanças previstas para 2026 na faixa de isenção da retenção mensal na fonte, o calendário da declaração segue o modelo tradicional. Isso exige atenção dos contribuintes para reunir com antecedência documentos, comprovantes de rendimentos e informações sobre deduções antes do prazo final.

4. Pagar matrícula e material escolar

Famílias com filhos em idade escolar ou universitários enfrentam, no início do ano, despesas com taxas de matrícula e a compra de material escolar, no caso das crianças. Esses gastos costumam ocorrer antes do início das aulas, previstas para fevereiro na maioria das instituições.

Nas escolas particulares, a cobrança da matrícula geralmente acontece em janeiro, enquanto os custos com material podem aumentar em função da inflação e de reajustes nos insumos. O peso dessas despesas no orçamento anual pode ser significativo, sobretudo quando somado a outras contas do período, o que torna fundamental a organização prévia para evitar dívidas.

5. Organizar e quitar faturas de cartão de crédito e dívidas acumuladas

O início do ano também costuma ser um período crítico para revisar faturas de cartão de crédito e dívidas acumuladas ao longo do ano anterior, especialmente após gastos com festas, presentes e viagens.

A orientação é priorizar o pagamento integral das faturas ou buscar a negociação dos valores em aberto, para evitar a incidência de juros elevados, que podem comprometer a renda nos meses seguintes. A organização de um cronograma de pagamentos e a redução do uso do crédito ajudam a aliviar a pressão sobre o orçamento logo no começo do ano.

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