- A senadora Damares Alves afirmou que o governo de Lula escolheu o lado da opressão ao se omitir em questões envolvendo o Irã e a Ucrânia, citando a nota do Ministério das Relações Exteriores sobre a guerra iraniana.
- Ela disse que o Brasil também se absteve na ONU na votação que pediu o fim da invasão russa à Ucrânia.
- O governo divulgou uma nota condenando ações dos Estados Unidos e de Israel no Irã, destacando a diplomacia como caminho para a paz.
- Em defesa da exposição promovida pela Polônia, o Senado recebeu, nesta terça-feira, a mostra fotográfica sobre a invasão da Ucrânia pela Rússia, com imagens de civis e crianças afetados pelo conflito.
- Organizada pela embaixada da Polônia e pela embaixada da Ucrânia, a exposição busca evidenciar a solidariedade internacional e a defesa do direito internacional no âmbito do Parlamento brasileiro.
Damares Alves (Republicanos-DF) afirma que a posição do governo Lula diante de conflitos internacionais pode influenciar a eleição. A senadora criticou a nota do Ministério das Relações Exteriores sobre a guerra no Irã, considerada por ela insuficiente, e relacionou a diplomacia brasileira a uma suposta omissão. Ela também citou a ausência de envolvimento de Brasília em negociações para o retorno de crianças ucranianas sequestradas pela Rússia.
Segundo a parlamentar, o Brasil teria escolhido o lado da opressão ao não atuar com mais vigor em questões relacionadas ao Irã e à Ucrânia. O governo divulgou uma nota condenando ações de EUA e Israel no Irã e defendendo a diplomacia como caminho para a paz. Damares ainda ressaltou a abstenção do Brasil em votação da ONU sobre a invasão russa na Ucrânia.
Exposição no Senado aborda invasão da Ucrânia
Nesta terça-feira, a embaixada da Polônia inaugurou no Senado Federal uma exposição fotográfica sobre a invasão da Ucrânia pela Rússia, com imagens do premiado fotógrafo Wojciech Grzędziński. O conjunto de fotos visa evidenciar os impactos do conflito no país vizinho e a resiliência da população.
A iniciativa é apresentada como uma colaboração entre a embaixada da Polônia, o Parlamento brasileiro e representantes da Ucrânia. Embaixadores presentes destacaram a importância de manter a memória dos acontecimentos e de apoiar a defesa do direito internacional, além de enfatizar a solidariedade entre Polônia e Ucrânia diante da agressão russa.
O evento foi descrito pelos representantes diplomáticos como um gesto simbólico de posicionamento frente ao conflito, buscando ampliar a compreensão pública sobre a situação na região. Os organizadores ressaltaram que as imagens ajudam a evidenciar o sofrimento de civis, incluindo crianças, e a necessidade de respostas coordenadas da comunidade internacional.
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