- Bolsas globais iniciam 2026 em alta, com FTSE 100 acima de 10 mil pontos pela primeira vez; S&P 500 avançou 16,4% em 2025 e Ibovespa subiu 34% no mesmo ano.
- Motivos incluíram entrada de recursos estrangeiros no Brasil em novembro e dezembro e dólar valorizado; nos Estados Unidos, expectativa de corte de juros pelo FED a partir de março e otimismo com ações de IA.
- Especialistas veem continuidade do tom positivo, porém imprevisível, com a política monetária dos Estados Unidos dependente de dados de fim de 2025; no Brasil, Copom deve divulgar a primeira reunião em janeiro para sinalizar cortes, se houver.
- No pré-mercado, S&P 500 futuro sobe 0,65%, Nasdaq Composite futuro avança 1,1% e o ETF EWZ (iShares MSCI Brazil) avança cerca de 1%.
- Indicadores: Brasil — PMI Industrial de dezembro anterior foi 48,8 e fluxo cambial estrangeiro de dezembro anterior foi de – US$ 6,472 bilhões; EUA — PMI Industrial de dezembro esperado é 51,8, anterior 52,2.
O primeiro pregão de 2026 traz otimismo para o mercado global, com várias bolsas atingindo recordes. Seul e Londres registraram altas expressivas. FTSE 100 superou pela primeira vez a marca de 10 mil pontos, sinalizando início positivo do ano.
No Brasil, o Ibovespa encerrou 2025 em domínio de altas, com avanço acumulado de 34%. Nos EUA, o S&P 500 subiu 16,4% no ano passado, marcando o terceiro ganho anual consecutivo. Motivos incluem juros nos EUA e perspectiva de IA entre ações.
Analistas apontam que o cenário pode seguir positivo, ainda que seja incerto. Nos EUA, o caminho da política monetária depende de dados de fim de 2025. No Brasil, a expectativa fica no Copom de janeiro para confirmar possível corte de juros.
Perspectivas do mercado
O pré-mercado aponta alta em índices americanos: S&P 500 avança cerca de 0,65%, Nasdaq sobe 1,1%. No Brasil, o ETF EWZ opera com alta aproximada de 1% no pregão inicial.
Indicadores e fatores relevantes
No Brasil, o PMI Industrial de dezubro deve sair, com leitura anterior em 48,8. O fluxo cambial de dezembro foi de saída de US$ 6,5 bilhões, segundo dados anteriores. Nos EUA, o PMI Industrial de dezembro saiu em 52,2, ante 51,8 esperado.
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