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Pré-mercado reage à prisão de Maduro; foco na atividade econômica

Mercados globais repercutem a prisão de Nicolás Maduro; Ibovespa sobe, petróleo recua e dólar cai diante de incertezas geopolíticas e dados econômicos próximos

Pré-mercado
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  • O Ibovespa fechou o primeiro pregão útil do ano em alta, subindo 0,83% para 161.869,76 pontos, com volume de R$ 22 bilhões, puxado por ações do setor financeiro; ações de petróleo recuaram.
  • Brava Energia caiu 5,7%, Petrobras perdeu cerca de 1,6% e PetroRio caiu 1,4%.
  • O dólar caiu 0,35%, fechando a R$ 5,40, diante de um tom mais positivo no mercado doméstico.
  • A prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro e a intervenção dos Estados Unidos repercutiram globalmente, ajudando bolsas e contratos futuros em setores de energia e tecnologia.
  • Os investidores acompanham dados de inflação e atividade econômica no Brasil e nos Estados Unidos, além de a evolução da política monetária do FED.
  • Indicadores relevantes: IPC-Fipe (dez) 0,32% e PMI dos Serviços do S&P Global (dez) anterior 50,1; nos EUA, PMI de Serviços (dez) esperado 52,9 e PMI Composto 53,0 (anterior 54,1 e 54,2, respectivamente).

No dim de terça-feira, 6 de janeiro, o mercado financeiro mundial acompanha os desdobramentos da prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro e as ações dos Estados Unidos. No Brasil, o foco é a atividade econômica e o fluxo de capitais diante de notícias geopolíticas e dados econômicos. O tom geral é de cautela, com movimento moderado nas bolsas.

Na bolsa brasileira, o pregão de segunda-feira, 5 de janeiro, teve alta do Ibovespa, que fechou em 161.869,76 pontos, up de 0,83%. O volume somou cerca de R$ 22 bilhões, com o índice mantendo-se acima de 160 mil pontos na maior parte do dia. O câmbio respondeu com queda do dólar, para R$ 5,40.

O desempenho da sessão foi puxado por ações do setor financeiro, mas as de petróleo pressionaram o índice para baixo, com Brava Energia caindo 5,7%, Petrobras recuando cerca de 1,6% e PetroRio cedendo 1,4%. Analistas destacam que o clima geopolítico global elevou a sensibilidade dos mercados a eventos de inflação e política monetária.

  • Persistem atenções com dados de inflação e de atividade econômica no Brasil e nos EUA, que devem influenciar as expectativas sobre a política de juros do FED e o fluxo para ativos de risco. A prisão de Maduro reacende a tensão geopolítica, porém a percepção de impacto macroéconomico imediato permanece contida.
  • Comentários de estrategistas apontam que a produção de petróleo da Venezuela representa uma fatia modesta da oferta global, o que ajuda a limitar efeitos diretos sobre os preços. O radar segue voltado a indicadores futuros e à evolução da situação entre EUA e Venezuela.

Perspectivas para o câmbio e o cenário global

O dólar apresentou fraqueza frente ao real no início da semana, sugerindo resistência a choques externos moderados. A continuidade desse movimento depende de dados econômicos robustos e da orientação monetária em economias desenvolvidas. O mercado aguarda sinais de políticas e resultados macro.

Indicadores econômicos aguardados

  • Brasil: IPC-Fipe de dezembro indicou alta de 0,32% (anterior 0,20%). PMI de serviços de dezembro ficou próximo de 50,0, com leitura anterior em 50,1.
  • Estados Unidos: PMI de serviços de dezembro esperado em 52,9 (anterior 54,1). PMI Composto de dezembro esperado em 53,0 (anterior 54,2).

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